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Cuidado integrado para coração, hormônios e metabolismo.

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Aqui você encontra, de forma clara e visual, as opções de atendimento presencial nas duas regiões de Belo Horizonte, além das consultas on-line realizadas via Google Meet.

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  • Secretaria Graziele
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Região Pampulha

R. Sena Madureira, 36 Bairro Ouro Preto - Belo Horizonte

Atendimento de segunda a sexta
Das 08:00 às 19:00

  • Secretaria Heloisa
  • (31) 3498-1553
  • (31) 99463-0063
Informativos

Conteúdos explicativos sobre saúde e prevenção.

Esta área foi pensada como um menu em abas para receber conteúdos de apoio, como orientações sobre COVID-19, gripe H1N1 e outros temas importantes. Você poderá atualizar esses textos sempre que precisar.

Febre Amarela

Febre Amarela
A febre amarela é uma doença infecciosa febril aguda, de gravidade variável, causada por um arbovírus do gênero Flavivirus. Ela pode evoluir rapidamente e possui alta taxa de letalidade em suas formas graves.

Transmissão: O vírus é transmitido exclusivamente pela picada de mosquitos infectados. Não há transmissão direta de pessoa para pessoa. Existem dois ciclos epidemiológicos principais:

Silvestre: Ocorre em áreas de mata, onde mosquitos dos gêneros Haemagogus e Sabethes transmitem o vírus entre macacos e, acidentalmente, para humanos que adentram essas áreas. É o ciclo atualmente ativo no Brasil. Os macacos atuam como hospedeiros e sentinelas, pois adoecem e morrem como os humanos, indicando a circulação viral na região.

Urbano: Ocorre quando o mosquito Aedes aegypti infectado transmite o vírus de uma pessoa infectada para outra em áreas urbanas. O Brasil não registra casos urbanos desde 1942.

Sintomas: Os sintomas iniciais surgem geralmente de 3 a 6 dias após a picada e incluem início súbito de febre alta, calafrios, dor de cabeça intensa, dores no corpo (principalmente nas costas), náuseas, vômitos e fraqueza. A maioria das pessoas se recupera após essa fase inicial. No entanto, cerca de 15% a 25% dos casos evoluem para uma forma grave após um breve período de aparente melhora, desenvolvendo icterícia (coloração amarelada da pele e olhos), hemorragias e insuficiência de múltiplos órgãos (fígado, rins).

Prevenção: A principal e mais eficaz medida de prevenção é a vacinação. A vacina contra a febre amarela é oferecida gratuitamente pelo SUS e é recomendada para pessoas a partir dos 9 meses de idade que residam ou viajem para áreas com recomendação da vacina. Uma dose única confere proteção para a vida toda. Outras medidas preventivas incluem o uso de repelentes, roupas que cubram a maior parte do corpo e o combate aos focos de mosquitos.

Tratamento: Não existe tratamento antiviral específico para a febre amarela. O tratamento é apenas de suporte, focado no alívio dos sintomas e no manejo das complicações, podendo exigir hospitalização e cuidados intensivos nos casos graves. Medicamentos contendo ácido acetilsalicílico (AAS e aspirina) devem ser evitados, pois aumentam o risco de sangramentos.

A imagem abaixo ilustra de forma vetorial os principais elementos envolvidos na febre amarela: o mosquito transmissor, a vacina como forma de prevenção e o paciente. Resumo sobre Febre Amarela

A febre amarela é uma doença infecciosa febril aguda, causada por um arbovírus do gênero Flavivirus, e pode apresentar gravidade variável.

Transmissão: O vírus é transmitido exclusivamente pela picada de mosquitos infectados. Não há transmissão direta de pessoa para pessoa. Existem dois ciclos principais de transmissão: o silvestre, em áreas de mata, onde mosquitos dos gêneros Haemagogus e Sabethes transmitem o vírus (com macacos como principais hospedeiros), e o urbano, onde o Aedes aegypti é o vetor, embora o Brasil não registre casos urbanos desde 1942.

Sintomas: Os sintomas iniciais surgem geralmente de 3 a 6 dias após a picada e incluem início súbito de febre alta, calafrios, dor de cabeça intensa, dores musculares (principalmente nas costas), náuseas e vômitos. A maioria das pessoas melhora após essa fase, mas cerca de 15% a 25% podem evoluir para uma forma grave, caracterizada por icterícia (pele e olhos amarelados), hemorragias e insuficiência de múltiplos órgãos, podendo levar ao óbito.

Prevenção: A vacinação é a principal e mais eficaz medida de prevenção, sendo recomendada para pessoas a partir dos 9 meses de idade que vivem ou viajam para áreas de risco. Uma dose única confere proteção vitalícia. Outras medidas incluem o uso de repelentes, roupas protetoras e o controle dos mosquitos vetores.

Tratamento: Não existe um tratamento antiviral específico para a febre amarela. O tratamento é de suporte, focado no alívio dos sintomas e na gestão das complicações, podendo exigir internação em casos graves. Medicamentos como AAS e aspirina devem ser evitados.

A imagem a seguir ilustra de forma vetorial o ciclo de transmissão, a vacina como prevenção e o paciente protegido.

[1]: Febre Amarela - Secretaria Estadual da Saúde

[2]: Febre Amarela — Ministério da Saúde - Portal Gov.br

[3]: Febre amarela - Secretaria de Saúde do Paraná

Outros temas de saúde

Outros temas de saúde
Outros temas de saúde
Use esta aba para abordar temas que façam parte da rotina do consultório, como prevenção cardiovascular, controle de colesterol, orientações sobre menopausa, controle de peso e muito mais.

A ideia é que esta área funcione como um “espaço de educação em saúde”, sempre reforçando a importância da consulta médica individualizada.

COVID-19

COVID-19
COVID-19
Aqui você pode descrever, em linguagem simples, os principais sintomas, orientações gerais e quando procurar atendimento. Este texto é totalmente editável para futuras atualizações.

É possível, por exemplo, orientar o paciente sobre o uso de máscara em determinadas situações, cuidados com pessoas de risco e importância do acompanhamento médico em casos específicos.

Gripe H1N1

Gripe H1N1
Gripe H1N1
Este espaço pode trazer informações sobre vacinação, sinais de alerta e medidas de prevenção para a gripe H1N1 e outras síndromes gripais.

Você também pode incluir avisos sazonais, lembretes de campanha de vacina e links para materiais oficiais de referência.
Especialidades

Áreas de atuação e principais focos de cuidado.

As especialidades abaixo são apresentadas de forma simples, para que o paciente entenda em quais situações pode procurar atendimento e quais temas são frequentemente trabalhados em consulta.

Cardiologia

ARTEROSCLEROSE

Aterosclerose
O que é?
A aterosclerose é a formação de placas de gordura nas artérias, que dificultam a passagem do sangue. Essas placas são conhecidas como ateromas. O processo de acúmulo de gordura começa na infância, mas as consequências clínicas do problema se manifestam mais tarde.

Os ateromas podem se romper, causando oclusão aguda, devido à coagulação na artéria. Este quadro está associado à ocorrência de ataque cardíaco, derrame cerebral e claudicação em membros inferiores quando acomete as pernas.

Sintomas
A aterosclerose geralmente não apresenta sintomas até a ruptura das placas. Quando isso ocorre, os sintomas variam de acordo com o local em que a doença se manifesta.

Membros inferiores: pode apresentar dor para caminhar ou mesmo em repouso, além do surgimento de feridas.

Artérias carótidas: o acidente vascular cerebral ( AVC ) pode ser o primeiro sintoma da doença obstrutiva carotídea. Desmaios e tonturas também são sintomas transitórios.

Artérias viscerais: pode causar diarreia, náusea e perda de peso.

Artérias renais: pode causar pressão alta de difícil controle e insuficiência renal.

Fatores de Risco
A oclusão das artérias pelos ateromas ocorre de forma progressiva e, a princípio, assintomática. O envelhecimento é um dos fatores de risco da doença, que também está associada a colesterol alto, pressão alta, diabetes, obesidade, sedentarismo, tabagismo e histórico familiar.

Prevenção
Hábitos saudáveis fazem parte das recomendações para a prevenção da aterosclerose. Alimentação adequada, com baixo teor de gordura animal e saturada, controle do peso e atividades físicas regulares ajudam a atingir e manter as metas lípides.

Tratamento
O tratamento da aterosclerose passa pelo acompanhamento e controle das taxas de glicemia, colesterol e pressão arterial. É fundamental que os pacientes sigam as orientações de mudanças de estilo de vida e prescrições de medicamentos feitas pelo médico, que dependerão dos sintomas e da gravidade da doença.

Em alguns casos é necessário procedimento cirúrgico, através da angioplastia e colocação de stent – dispositivo metálico cilíndrico que desobstrui a artéria – ou cirurgia de revascularização com pontes de safena.

Fonte: Instituto Lado a Lado | https://www.ladoaladopelavida.org.br/aterosclerose-o-que-e-doencas-cardiovasculares
ARTEROSCLEROSE
Cardiologia

MORTE SÚBITA

Paciente W.A. 50 anos, sexo masculino, portador de hipertensão arterial sistêmica leve, assintomático e em uso de Losartana 25mg uma vez ao dia.

Iniciou quadro de visão turva, palidez, náuseas, evoluindo para síncope e pulsação fina com hipotensão arterial sistólica e diastólica, mesmo após ingestão sublingual de cloreto de sódio e postura em decúbito dorsal com elevação dos Membros inferiores em 90 graus.
Após administrar reidratante VO, os dados vitais do paciente foram restabelecendo com níveis pressóricos de PA= 50 x 40mmHg, FC = 30bpm, pulsos finos palpáveis e pele corada.
HF:

Pai: falecido (súbita) por cardiopatia
Mãe: hígida

Nos estudos de potencial de membrana, verificou-se uma patologia genética decorrente da alteração da Bomba Sódio Potássio nomeada Paralisia Periódica, em que o prognóstico resulta em uma parada cardiorrespiratória que pode levar ao levar ao óbito do paciente. Após realizar o exame Peptídeo Natriurético tipo B, foi constatado que o tratamento com aminoácidos que regulam os canais de sódio-potássio e estabilizadores dos canais de cálcio intracelular podem estabilizar o potencial de membrana.
A membrana celular, citoplasma e material genético fazem parte da constituição celular. Essas estruturas permitem a organização e a manutenção da vida da célula, sendo que cada uma delas tem sua função: o material genético é imprescindível para a passagem de características hereditárias; o citoplasma é constituído de inúmeras substâncias e organelas que mantém a vida celular, a membrana citoplasmática que delimita o espaço interno, isolando o do ambiente ao redor.
Essa película é constituída por moléculas de lipídeos e proteínas organizadas em duas camadas lipoproteicas, que caracterizam uma estrutura semipermeável seletiva a passagem de substâncias: característica físico química.
Essa característica de permeabilidade seletiva proporciona a diferença de concentração iônica entre o meio externo e interno, da qual induz a ocorrência de difusão simples dos íons potássio(K) e sódio (Na) : Bomba Na-K , responsável pelo metabolismo celular, que é a diferença de concentração entre os dois íons, mantendo baixa concentração de Na intracelular e alta concentração de K intracelular.

Os canais de sódio e potássio, são guardados por um portão dotado de carga elétrica que pode abrir e fechar alternadamente, gerando a despolarização e repolarização.
Os canais de potássio são mais permeáveis que o de sódio até 100 vezes, permitindo muito maior difusão de potássio do que o sódio.
Na despolarização o sódio é 20 a 30 vezes mais permeável do que o potássio, difundindo em número maior de sódio para o interior da fibra muscular do que o potássio para o exterior, transportando carga positiva para interior da fibra do íon potássio para o exterior, ficando ânions negativos no exterior.
Sabe se que o potencial positivo interno repele os íons sódio que entram, até que esse movimento iônico fique muito lentificado ou cesse, provavelmente pela redução do campo elétrico.
Uma alta concentração do íon cálcio diminui a permeabilidade da membrana, e, simultaneamente reduz a excitabilidade. Por essa razão que os íons cálcio são estabilizadores.
Também uma concentração do íon potássio no liquido extracelular, determina um aumento da negatividade do potencial de membrana em repouso (hiperpolarização) e da mesma maneira atua como estabilizador, reduzindo a excitabilidade da membrana.
Na doença hereditária conhecida como Paralisia Periódica Familiar, a concentração de íon potássio extracelular é tão reduzida que a pressão realmente se apresenta PARALISADA, porém, volta a normalidade instantaneamente, após administração de potássio venoso.

Uma grande redução do potássio do liquido extracelular aumenta o potencial de membrana da fibra muscular a um valor muito alto. Isso resulta em forte hiperpolarização da membrana (potencial de membrana mais negativo do que 90 milivolt normais), tornando a fibra quase que totalmente INEXCITÁVEL, isto é o potencial de membrana, é tão alto que um estimulo normal na junção neuromuscular é incapaz de excitar a fibra.


PREVENÇÃO E TRATAMENTO
Durante anamnese ao constatar morte súbita por cardiopatia em família, é importante aprofundar nos diagnósticos individuais, como IAM (Impacto Agudo do Miocárdio), Doença de Chagas, ICC (Insuficiência Cardíaca Congestiva), hipertensão importante entre outros, é indispensável solicitar exames complementares avaliando o funcionamento da bomba (Na – K), e o potencial de membrana.
Ao constatar alterações em exames complementares da bomba Na -K, inicia-se o tratamento individual e por tempo indeterminado, com reposição de K em dosagens individualizadas, ou seja, cada paciente necessita de uma dosagem dependente das alterações dos exames complementares e principalmente regularizar o portão de carga elétrica com alguns aminoácidos específicos para seu funcionamento normal.


Referência bibliográfica.
rutsaert.DL., and Sonnenblick, E.H.: Cardiac muscle mechanics in the evaluation of myocardial


contractility and pump function; Problems, concepts., and directions. Prog. Cardiovasc. Dias, 16:337, 1973.

Ebaschi. S: Modern concepts of myocardial contraction. In Hayase. S., and Murao, S. ( eds.) :

Cardiology: Proceedings of the VIII World Holland, 1979, p. 92.


Fabiato. A., and Fabiato, F.: Calcium end cardiac excitation-contraction coupling. Anny. Rev.Physiol., 41:473.1979.

Jewwell, B.R.: The physiology of cardiac muscle contgraction. In Dickinson, C.J., and Marks, J. ( eds.) Developments in Cardiovascular Medicine.

Lancaster, England, MTP Press. 1978.p. 129

Johnson, E.A., and Lieberman, M.: Heart: Excitation and contraction., A. REV. PHYSIOL., 33:479.1971.

Langer, G.A.: Heart: Excitation. contratction coupling. Annu. Rev. Physiol., 35 : 55. 1973

Navatrnam.V.: the structure of cardiac. of cardiac muscle. in dickinson., C.J., and Marks. J. (eds.):

Developments in cardiovascular medicine and Marks. ( eds.) developments incardiovascularmedicine.

Lancaster.england.mtp press, 1978.p.m.119

Sarnoff.S.J.: myocardial, contractility as described by ventricular funcition curves, physiol., rev., 35:107.1955.

Trautwein.W.: membrane currents in cardiac. muscle fibers.physiol., rev., 53:793, 1973.


Dr.João Rocha Neto
Dra. Simone Marcucci Rocha
MORTE SÚBITA
Cardiologia

PRÁTICA DA CIÊNCIA ORTOMOLECULAR

Átomo é a partícula fundamental que compõe a matéria, formada por elétrons, prótons e nêutrons. É a base da formação de toda e qualquer substância.
As moléculas são agrupamentos de dois ou mais átomos que formam organelas, que em conjunto, formam células.
Radicais livres são átomos ou moléculas instáveis liberadas pelo metabolismo que são elétrons desemparelhados procurando outro elétron para emparelhar, causando oxidação celular, envelhecimento.
Os antioxidantes neutralizam os radicais livres no emparelhamento do elétron na última órbita.
Os radicais livres podem causar doenças degenerativas, de envelhecimento e morte celular, levando ao estresse, cansaço, diabetes, pressão alta e doenças inflamatórias, entre outros.
A conversão dos nutrientes em energia produzem radicais livres.
Os antioxidantes são moléculas que podem doar um elétron para um radical livre sem se tornar instável. Isso faz com que o radical livre se estabilize e se torne menos reativo.
Os antioxidantes são vitaminas, minerais e substâncias químicas que têm a capacidade de doar um de seus elétrons aos radicais livres, interrompendo seu estresse oxidativo.
Entre os antioxidantes podemos citar o sod, ( superóixido dismutase ) catalase, glutationa peroxidase e redutase, tocoferol, ácido ascórbico, ácido lipóico, carotenóides, flavonóides etc., uma dieta balanceada e frutas.
A deficiência de glutationa ou sua oxidação pode estar associada a várias doenças como demência de Alzheimer, coronárias, artrite, asma, câncer, disfunção mitocondrial, fraqueza muscular, fadiga.
O tratamento da oxidação celular combate os sinais do envelhecimento e declínio cognitivo, protegendo as células dos radicais livres, combatendo as toxinas, mercúrio, metais pesados, no transporte de aminoácidos que desempenham funções vitais no organismo, na construção de tecido, músculos, hormônios, enzimas e células do sistema imunológico, na síntese de proteínas, na recuperação e fortalecimento do organismo.
Orto significa posição de grupo, o equilíbrio dos átomos, moléculas, células e organismo.
Ortomolecular trata o excesso de radicais livres, reduzindo as agressões celulares para o equilíbrio no metabolismo, na redução dos agentes agressores como os radicais livres.
A prática da ciência ortomolecular, busca corrigir o desequilíbrio entre nutrientes, hormônios, radicais livres e regular os mecanismos bioquímicos do organismo.


Dr. João Rocha Neto
Dra. Simone Marcucci Rocha
PRÁTICA DA CIÊNCIA ORTOMOLECULAR
Cardiologia

Curiosidades Que Vão Fazer Você Conhecer Melhor o Seu Coração

Você vai amar e se surpreender ao apreciar mais a função desse órgão tão importante para nossa vida.

O coração de um homem adulto é do tamanho de um punho fechado e pesa apenas 340 gramas. É dividido em 4 partes: 2 átrios e 2 ventrículos.


O coração funciona ao ritmo médio de 72 batidas por minuto, 104 mil por dia, 38 milhões por ano e algo em torno de 2,5 bilhões de pulsações ao longo da vida.


Ele bombeia 85 gramas de sangue a cada batida, o que equivale a mais de 9 mil litros por dia.


O coração da mulher é um pouco mais acelerado do que o do homem. Em 1 minuto, contam-se, em média, 8 batidas a mais.


O coração dos recém-nascidos bate 120 vezes por minuto. O dos fetos é ainda mais rápido: atinge as 150 batidas por minuto. Aos quatro meses de vida, o coração humano já bombeia 30 litros de sangue por dia.


Em um minuto, o coração lança 5 litros de sangue no corpo; em uma hora, são 400 litros. O órgão faz dois movimentos: sístole e diástole. A sístole, que é uma espécie de contração, é responsável pela distribuição do sangue. Na diástole, o coração descansa.


O coração de um maratonista profissional em esforço máximo pode bombear 40 litros de sangue por minuto. O órgão precisa de aproximadamente 120 segundos para atingir a capacidade máxima.


Todos os dias, o coração humano gera energia capaz de abastecer um caminhão por 30 quilômetros. Se contar a energia gerada durante uma vida inteira, daria para dirigir até a Lua e voltar à Terra.


O coração gera seu próprio impulso elétrico, independentemente da função cerebral. Isso faz com que ele consiga continuar batendo fora do corpo humano, desde que haja um suporte de oxigênio.

É isso que viabiliza o transplante do órgão.

10ª
O coração do homem distribui sangue para 75 trilhões de células. As únicas células do corpo humano que não recebem sangue são as células da córnea.

11ª
O horário de maior incidência de ataques cardíacos é das 6 da manhã até o meio-dia.

Ao despertar e iniciar as atividades do dia, a pressão arterial de todas as pessoas aumenta. o fato é comum e conhecido. Para pessoas hipertensas, esta ascensão da pressão pode provocar infartos fatais. Em torno de 40 a 60% dos pacientes infartados sofrem de hipertensão.
Curiosidades Que Vão Fazer Você Conhecer Melhor o Seu Coração
Cardiologia

Morte Súbita - Caso Clínico

NOME: W.A.

IDADE: 50 ANOS

SEXO: MASCULINO

Paciente W.A. 50 anos, sexo masculino, portador de hipertensão arterial sistêmica leve, assintomático e em uso de Losartana 25mg uma vez ao dia.

Iniciou quadro de visão turva, palidez, náuseas, evoluindo para síncope e pulsação fina com hipotensão arterial sistólica e diastólica, mesmo após ingestão sublingual de cloreto de sódio e postura em decúbito dorsal com elevação dos Membros inferiores em 90 graus.

Após administrar reidratante VO, os dados vitais do paciente foram restabelecendo com níveis pressóricos de PA= 50 x 40mmHg, FC = 30bpm, pulsos finos palpáveis e pele corada.

HF:

Pai: falecido (súbita) por cardiopatia

Mãe: hígida

Nos estudos de potencial de membrana, verificou-se uma patologia genética decorrente da alteração da Bomba Sódio Potássio nomeada Paralisia Periódica, em que o prognóstico resulta em uma parada cardiorrespiratória que pode levar ao levar ao óbito do paciente.

Após realizar o exame Peptídeo Natriurético tipo B, foi constatado que o tratamento com aminoácidos que regulam os canais de sódio-potássio e estabilizadores dos canais de cálcio intracelular podem estabilizar o potencial de membrana.

A membrana celular, citoplasma e material genético fazem parte da constituição celular.

Essas estruturas permitem a organização e a manutenção da vida da célula, sendo que cada uma delas tem sua função: o material genético é imprescindível para a passagem de características hereditárias; o citoplasma é constituído de inúmeras substâncias e organelas que mantém a vida celular, a membrana citoplasmática que delimita o espaço interno, isolando o do ambiente ao redor.

Essa película é constituída por moléculas de lipídeos e proteínas organizadas em duas camadas lipoprotéicas, que caracterizam uma estrutura semipermeável seletiva a passagem de substâncias: característica físico química.

Essa característica de permeabilidade seletiva proporciona a diferença de concentração iônica entre o meio externo e interno, da qual induz a ocorrência de difusão simples dos íons potássio(K) e sódio (Na) : Bomba Na-K , responsável pelo metabolismo celular, que é a diferença de concentração entre os dois íons, mantendo baixa concentração de Na intracelular e alta concentração de K intracelular.

Os canais de sódio e potássio, são guardados por um portão dotado de carga elétrica que pode abrir e fechar alternadamente, gerando a despolarização e repolarização.

Os canais de potássio são mais permeáveis que o de sódio até 100 vezes, permitindo muito maior difusão de potássio do que o sódio.

Na despolarização o sódio é 20 a 30 vezes mais permeável do que o potássio, difundindo em número maior de sódio para o interior da fibra muscular do que o potássio para o exterior, transportando carga positiva para interior da fibra do íon potássio para o exterior, ficando ânions negativos no exterior.

Sabe se que o potencial positivo interno repele os íons sódio que entram, até que esse movimento iônico fique muito lentificado ou cesse, provavelmente pela redução do campo elétrico.


Uma alta concentração do íon cálcio diminui a permeabilidade da membrana, e, simultaneamente reduz a excitabilidade. Por essa razão que os íons cálcio são estabilizadores.
Também uma concentração do íon potássio no liquido extracelular, determina um aumento da negatividade do potencial de membrana em repouso (hiperpolarização) e da mesma maneira atua como estabilizador, reduzindo a excitabilidade da membrana.

Na doença hereditária conhecida como Paralisia Periódica Familiar, a concentração de íon potássio extracelular é tão reduzida que a pressão realmente se apresenta PARALISADA, porém, volta a normalidade instantaneamente, após administração de potássio venoso.

Uma grande redução do potássio do liquido extracelular aumenta o potencial de membrana da fibra muscular a um valor muito alto. Isso resulta em forte hiperpolarização da membrana (potencial de membrana mais negativo do que 90 milivolte normais), tornando a fibra quase que totalmente INEXCITÁVEL, isto é o potencial de membrana, é tão alto que um estimulo normal na junção neuromuscular é incapaz de excitar a fibra.

PREVENÇAO E TRATAMENTO

Durante anamnese ao constatar morte súbita por cardiopatia em família, é importante aprofundar nos diagnósticos individuais, como IAM (Impacto Agudo do Miocárdio), Doença de Chagas, ICC (Insuficiência Cardíaca Congestiva), hipertensão importante entre outros, é indispensável solicitar exames complementares avaliando o funcionamento da bomba (Na – K), e o potencial de membrana.

Ao constatar alterações em exames complementares da bomba Na -K, inicia-se o tratamento individual e por tempo indeterminado, com reposição de K em dosagens individualizadas, ou seja, cada paciente necessita de uma dosagem dependente das alterações dos exames complementares e principalmente regularizar o portão de carga elétrica com alguns aminoácidos específicos para seu funcionamento normal.

Referência bibliográfica.

rutsaert.DL., and Sonnenblick, E.H.: Cardiac muscle mechanics in the evaluation of myocardial

contractility and pump function; Problems, concepts., and directions. Prog. Cardiovasc. Dias,

16:337, 1973.

Ebaschi. S: Modern concepts of myocardial contraction. In Hayase. S., and Murao, S. ( eds.) :

Cardiology: Proceedings of the VIII World Holland, 1979, p. 92.

Fabiato. A., and Fabiato, F.: Calcium end cardiac excitation-contraction coupling. Anny. Rev.

Physiol., 41:473.1979.

Jewwell, B.R.: The physiology of cardiac muscle contgraction. In Dickinson, C.J., and Marks, J.

( eds.) Developments in Cardiovascular Medicine.

Lancaster, England, MTP Press. 1978.p. 129

Johnson, E.A., and Lieberman, M.: Heart: Excitation and contraction., A. REV. PHYSIOL., 33:479.

1971.

Langer, G.A.: Heart: Excitation. contratction coupling. Annu. Rev. Physiol., 35 : 55. 1973

Navatr

Navatrnam.V.: the structure of cardiac. of cardiac muscle. in dickinson., C.J., and Marks. J. (eds.):

Developments in cardiovascular medicine and Marks. ( eds.) developments in cardiovascular
medicine.

Lancaster.england.mtp press, 1978.p.m.119

Sarnoff.S.J.: myocardial, contractility as described by ventricular funcition curves, physiol., rev.,

35:107.1955.

Trautwein.W.: membrane currents in cardiac. muscle fibers.physiol., rev., 53:793, 1973

Dr.João Rocha Neto

Dra. Simone Marcucci Rocha.
Morte Súbita - Caso Clínico
Cardiologia

DOENÇA DO CORAÇÃO - PRINCIPAIS SINTOMAS DA DOENÇA DO CORAÇÃO

Os sintomas que aparecem em indivíduos que sofrem com doenças do coração variam de acordo com a doença. Entretanto, alguns sintomas manifestam-se em quase todas as enfermidades que afetam o músculo cardíaco, são elas:

• Falta de ar, ao repouso ou ao esforço.
• Pressão alta ou baixa.
• Desmaio, após atividade física intensa.
• Palpitações ou taquicardia.
• Dor no peito, devido à má circulação sanguínea no local.

As doenças cardíacas podem surgir repentinamente, mas a grande maioria vai se desenvolvendo ao longo dos anos, sem apresentar nenhum sinal inicialmente. Algumas só são descobertas quando o indivíduo submete-se a exames de rotina.

DOENÇA DO CORAÇÃO - PRINCIPAIS SINTOMAS DA DOENÇA DO CORAÇÃO
Cardiologia

Dicas

Dicas para um coração saudável.
Dicas

Orientações e passo a passo

CHECK-UP EM DIA MANTENHA O SEU CHECK-UP EM DIA
O Check-up Cardiológico é essencial pois reduz o risco de eventos cardiovasculares graves como o infarto, as arritmias e em casos extremos, a morte súbita. As doenças cardiovasculares são líderes em mortalidade no Brasil e no mundo, tanto em homens quanto em mulheres. A cada 40 segundos morre um brasileiro de doença cardiovascular. No Brasil, de acordo com dados do Ministério da Saúde, temos 85,5 mil casos por ano e 240 mortes por dia. É importante sempre estar atento à saúde. Exames de sangue duas vezes ao ano e exames cardiológicos uma vez ao ano é essencial para prevenção. Cuide-se!!
CHECK-UP EM DIA  MANTENHA O SEU CHECK-UP EM DIA
CORAÇÃO SAUDÁVEL - OS 10 MANDAMENTOS DO CORAÇÃO SAUDÁVEL
01. Evite fumar;
02. Diga não à obesidade;
03. Faça exercícios regularmente;
04. Controle a pressão arterial;
05. Escolha bem os alimentos;
06. Controle o colesterol;
07. Reduza o estresse do dia a dia;
08. Saiba se é diabético;
09. Não descuide do lazer;
10. Consulte seu médico periodicamente.
CORAÇÃO SAUDÁVEL - OS 10 MANDAMENTOS DO CORAÇÃO SAUDÁVEL
RISCO DE INFARTO - PARE DE FUMAR E DIMINUA O RISCO DE INFARTO
Doenças respiratórias, câncer do pulmão, úlcera! Se ainda faltava algum motivo para você parar de fumar, agora não falta mais: o coração também se beneficia, e muito, se você largar o vício.

Fumantes têm o dobro de chance de vir a ter doenças cardiovasculares. O cigarro é responsável por:

• 25% do número total de mortes causadas por doença coronariana, angina e infarto do miocárdio.
• 45% das mortes causadas por doença coronariana na faixa etária abaixo dos 60 anos.
• 45% das mortes por infarto agudo do miocárdio na faixa etária abaixo de 65 anos.

Se você fuma, não desanime.

Após conseguir ficar um único dia sem fumar, seus riscos de ter um ataque cardíaco já diminuem. Cinco anos depois de parar de fumar, o risco de sofrer infarto será igual ao de quem nunca fumou.
RISCO DE INFARTO - PARE DE FUMAR E DIMINUA O RISCO DE INFARTO
PROTEJA O SEU CORAÇÃO - EVITE O ESTRESSE E PROTEJA O SEU CORAÇÃO
Se você esta sempre correndo, estressado, a ponto de estourar, pode apostar: está a caminho de entrar na mira das doenças do coração. Para evitá-las, não há remédio que resolva. É preciso, antes de tudo, melhorar sua qualidade de vida.

Aprenda a relaxar, durma bem, reserve um tempo com família e amigos e não coloque o trabalho acima de tudo. Não existe uma fórmula mágica: o importante é você se sentir bem com você mesmo e não sobrecarregar seu coração com problemas.
PROTEJA O SEU CORAÇÃO - EVITE O ESTRESSE E PROTEJA O SEU CORAÇÃO
COLESTEROL FAZ MAL - ENTENDA POR QUE O COLESTEROL FAZ MAL
Todo mundo fala sobre o colesterol, que ele traz problemas ao coração, que não pode comer isso, não pode comer aquilo! Mas você sabe direito porque ele faz mal? Em primeiro lugar: um nível de colesterol no sangue superior a 200 mg/dL eleva, sim, os riscos de uma pessoa ter doenças do coração (que podem levar ao infarto), e também de ter derrame cerebral e outros problemas circulatórios, como trombose.

Isto acontece porque essas doenças são causadas por aterosclerose (quando substâncias gordurosas se acumulam nas artérias, estreitando ou entupindo-as). É por isso que devemos limitar o consumo de alimentos que contenham colesterol. Mas não basta cortar a gordura, é preciso manter uma dieta de baixa caloria, porque todo nutriente em excesso é transformado em gordura dentro do corpo.

Como os sintomas do colesterol alto só são percebidos quando começam as complicações, é importante monitorar sempre os níveis de colesterol através de exames de sangue.
COLESTEROL FAZ MAL - ENTENDA POR QUE O COLESTEROL FAZ MAL
ALIMENTOS SAUDÁVEIS - ALIMENTOS QUE FAVORECEM O CORAÇÃO
Tomate
Rico em licopeno – substância que dá a cor avermelhada e está presente também na melancia, pimentão, beterraba e goiaba –, é um grande aliado na prevenção de doenças cardiovasculares por sua ação antioxidante.

Soja, feijão, lentilha, grão de bico
Alimentos ricos em fibras, proteínas, vitaminas, minerais e antioxidantes. As proteínas auxiliam na redução do colesterol. Os grãos são muito benéficos para o coração por que além de ajudar a manter bons os níveis de colesterol, eles colaboram para diminuir a absorção de açúcar.

Azeite extra-virgem
Possui gordura monoinsaturada, a mais saudável de todas. É fonte de vitamina E, entre outras, e apresenta minerais e compostos antioxidantes como os polifenóis. O azeite é capaz de diminuir o colesterol ruim e aumentar o bom. Prefira consumir o azeite extra-virgem, que é o mais puro e garante todos os nutrientes.

Peixes
Os de águas salgadas profundas, como sardinha, salmão, atum, anchova, truta, arenque e cavala, são ricos em ômega-3, uma gordura saudável que auxilia a reduzir o colesterol ruim (LDL). Recomenda-se consumir esses peixes pelo menos três vezes por semana.

Alho
Algumas pesquisas indicam que ele pode auxiliar na prevenção das doenças cardiovasculares, pois pode reduzir o colesterol ruim e a pressão arterial. Estudos com resultados positivos sugerem uma ingestão diária de 25g de alho cru, isso porque o calor usado para cozinhar destrói seus princípios ativos.

Aveia
Fonte de fibras solúveis, além de deixar por mais tempo a sensação de saciedade, ajuda a reduzir os níveis de colesterol.

Banana
Outra fonte de fibras solúveis e também rica em potássio, um mineral importante para o bom funcionamento da função muscular cardíaca. Pacientes que usam diuréticos para o combate à pressão alta, em geral, são aconselhados a comer duas ou três bananas por dia, o que ajuda a repor o potássio eliminado na urina.

Castanhas
Castanhas do Pará, castanhas do caju, amêndoas, avelãs, nozes, amendoim e macadâmias são ricos em gorduras poliinsaturadas. Apresentam grandes quantidades de proteínas, fibras, selênio, cálcio, ferro, potássio, zinco, vitamina E, ácido fólico e magnésio. A porção recomendada é de quatro unidades por dia. Deve-se ter cuidado com a ingestão em excesso, pois as frutas oleaginosas possuem alto valor calórico.

Vinhos
Os compostos responsáveis pelos benefícios ao coração estão na uva, o que torna o consumo do suco ou da própria fruta tão eficaz quanto o do vinho. O resveratrol, substância com efeito antioxidante presente em maior concentração nas uvas vermelho-escuras, se destaca pela capacidade de reduzir os riscos de doenças cardiovasculares.

Chocolate
Prefira os escuros, em especial o tipo amargo, rico em flavonóides e ácido gálico, antioxidantes que ajudam a proteger os vasos sanguíneos e promovem a saúde do coração. O consumo deve ser moderado, porque o chocolate é calórico e também tem gorduras.
ALIMENTOS SAUDÁVEIS - ALIMENTOS QUE FAVORECEM O CORAÇÃO
DOENÇA DO CORAÇÃO - PRINCIPAIS SINTOMAS DA DOENÇA DO CORAÇÃO
Os sintomas que aparecem em indivíduos que sofrem com doenças do coração variam de acordo com a doença. Entretanto, alguns sintomas manifestam-se em quase todas as enfermidades que afetam o músculo cardíaco, são elas:

• Falta de ar, ao repouso ou ao esforço.
• Pressão alta ou baixa.
• Desmaio, após atividade física intensa.
• Palpitações ou taquicardia.
• Dor no peito, devido à má circulação sanguínea no local.

As doenças cardíacas podem surgir repentinamente, mas a grande maioria vai se desenvolvendo ao longo dos anos, sem apresentar nenhum sinal inicialmente. Algumas só são descobertas quando o indivíduo submete-se a exames de rotina.
DOENÇA DO CORAÇÃO - PRINCIPAIS SINTOMAS DA DOENÇA DO CORAÇÃO
CUIDE DA ALIMENTAÇÃO ALIMENTOS QUE DEVEM SER MODERADOS
Sanduíches de fast-food
Ricos em gorduras saturadas, gorduras trans, sódio (um dos componentes do sal) e carboidratos simples, que podem ser considerados açúcares. Essas substâncias causam problemas cardiovasculares.

Frituras preparadas com gordura hidrogenada
Ricas em gordura trans, em geral são preparadas em lanchonetes e redes de fast-food. Entre elas estão os quibes, coxinhas, pastéis e as batatas fritas, que são temperadas com grandes quantidades de sal. A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda no máximo dois gramas de gordura trans por dia, mas uma porção média de batatas fritas de fast-food chega a ter oito gramas.

Azeite de dendê
Não deve ser a opção para cozinhar, por ser rico em gorduras saturadas. Para cozinhar, prefira óleos como os de canola, girassol e milho.

Manteiga e margarina
A manteiga tem em sua composição 80% de gordura saturada e algumas marcas possuem alto teor de sal. Já algumas margarinas vêm sendo produzidas livres de gordura trans.

Biscoitos industrializados
A maioria, inclusive os do tipo “água e sal”, apresenta gordura trans em sua composição. Por exemplo, uma porção de seis biscoitos do tipo “água e sal” oferece quatro gramas de gordura trans, enquanto quatro biscoitos waffer oferecem quase três gramas.

Bolos industrializados
Um dos componentes de praticamente todos os produtos industrializados das padarias é a gordura trans, além da gordura saturada e do açúcar. É preciso estar alerta, pois boa parte desses produtos faz parte do dia-a-dia.

Carnes gordas
Evite cortes gordos e o excesso de carne em churrascarias. As carnes oferecidas em rodízios são enriquecidas com gordura para ficarem ainda mais macias. Em casa, prefira as carnes refogadas, assadas e grelhadas.

Salgadinhos e petiscos industrializados
Ricos em gorduras trans, em geral são fritos e levam boa quantidade de sal e temperos industrializados. Algumas marcas estão tirando a gordura trans da composição. Em hipótese alguma os salgadinhos devem substituir uma refeição, eles podem ser consumidos de forma moderada e pouco freqüente.

Embutidos
Salame, mortadela, linguiças, salsichas e presunto gordo, entre outros, apresentam grandes quantidades de gordura trans e de sal, o que tem um impacto bastante negativo sobre a pressão arterial.
CUIDE DA ALIMENTAÇÃO  ALIMENTOS QUE DEVEM SER MODERADOS
Cardiologia

Radicais Livres

São moléculas liberadas pelo metabolismo do corpo com elétrons altamente instáveis e reativos, que podem causar doenças degenerativas de envelhecimento e morte celular. Os radicais livres podem combinar com outras moléculas do corpo e, com isso, serem aniquilados rapidamente, caso a produção deles seja pequena. No caso de uma grande quantidade liberada pelo organismo em diferentes situações, como por exemplo – excesso de exercícios físicos de grande intensidade e duração, exposição ao sol em demasiado, fumar ou ingerir alimentos com muita fritura e refinados, – podem ocorrer danos, como o envelhecimento precoce e doenças como Parkinson, Alzheimer, entre outras.

Para inibir a produção dessas substâncias o organismo conta com a produção de enzimas, como o superóxido dismutase que diminui com o passar dos anos, e, então, os ditos “radicais livres” aumentam e agem mais intensamente. Alimentos que contêm propriedades antioxidantes como o beta-caroteno e as vitaminas C e E e o selênio, podem, contudo, retardar esse processo, neutralizando e varrendo do organismo os tais radicais livres. O mamão, a laranja, a cenoura, a cebola, o morango e o espinafre estão entre eles.

Fatores externos, também, podem contribuir para o aumento da formação dessas moléculas. Entre esses fatores estão:

Poluição ambiental, resíduos de pesticidas, presentes nos alimentos cultivados em grandes quantidades e que abastecem as grandes cidades.
Substâncias presentes em alimentos e bebidas (aditivos químicos, hormônios, entre outros).
Raio-X, radiação ultravioleta e radiação gama em alimentos.
Estresse.
Como os exercícios físicos produzem radicais livres?

A primeira forma está ligada aos exercícios exaustivos, nos quais há um aumento de 10 a 20 vezes no consumo de oxigênio no corpo. O enorme bombeamento de oxigênio, através dos tecidos, desencadeia a liberação de radicais livres. Para se evitar isto, recomenda-se praticar os exercícios entre 65-80% da sua freqüência cardíaca máxima.

A outra forma de produção de radicais livres durante os exercícios está ligada ao processo que é conhecido como isquemia-reperfusão. Quando os exercícios físicos intensos são praticados, o fluxo sangüíneo é desviado de outros órgãos do corpo para os músculos diretamente envolvidos nessa atividade. Assim, uma parte do corpo irá passar por uma deficiência de oxigênio. Ao término do exercício há reperfusão, ou seja, o sangue retorna aos órgãos que estiveram privados dele. Este processo foi associado à liberação de grandes quantidades de radicais livres. Verificamos, então, a importância do desaquecimento, ou volta à calma, ou o relaxamento.

Atletas sofrem a ação dos radicais livres?
Não necessariamente. É verdade que pesquisas detectaram que seções de exercícios provocam um aumento na ação dos radicais livres.

Mas há alguns pontos importantes a serem considerados nestas pesquisas.

O primeiro é que a ação dos radicais livres aumenta apenas temporariamente voltando depois ao nível normal. Outro ponto importante, geralmente despercebido, é que, em pessoas bem treinadas, a ação dos radicais livres, devido ao exercício, é bem menor. Isto se deve ao fato de que a atividade física regular aumenta também os níveis de enzimas que destroem os radicais livres.

Um estudo realizado pela Universidade de Tubingen, na Alemanha, demonstra isso. Homens treinados e não treinados realizaram um teste de intensidade progressiva em esteira ergométrica até a exaustão. O dano ao DNA nas células brancas no sangue foi significativamente menor nos homens treinados. Deve-se lembrar que os treinados correram por mais tempo e por isso consumiram mais oxigênio (International Journal of Sport Medicine, 1996, 17 : 397-403).

Exercícios que combatem os radicais livres

Segundo o Dr. Kenneth Cooper os exercícios de baixa e de moderada intensidade, entre 65-80% da sua freqüência cardíaca máxima, têm importância fundamental no combate aos radicais livres. Sem eles as defesas internas de seu organismo contra os radicais livres ficam fragilizadas. Dentre esses exercícios, incluem-se caminhada, corrida, natação, ginástica aeróbica, relaxamento, yoga, musculação, ciclismo e esportes na natureza.

Desde que respeitado o tempo de duração e a intensidade, esses exercícios têm a função principal de “varrer” do nosso organismo os radicais livres em excesso e promover a saúde.

Procure um profissional de Educação Física para orientar-se e planejar suas atividades físicas, de acordo com seus objetivos.

Fonte: Escola de Educação Física e Esportes da USP.
Radicais Livres
Cardiologia

Obesidade

SBC tem participação importante em recuo da Anvisa sobre sibutramina
A Sociedade Brasileira de Cardiologia [ SBC] foi um dos atores principais na audiência pública que fez a Anvisa reconsiderar a decisão de vetar a sibutramina e outras drogas para emagrecimento, sem ouvir as sociedades médicas sobre a necessidade do medicamento para tratar de seus pacientes.
Na Audiência Pública, considerada histórica, a SBC foi representada por Lázaro Miranda que, para levar a posição da entidade, consultou o Departamento de Aterosclerose, o presidente Jorge Ilha e o presidente futuro, Jadelson Andrade.
“A importância do nosso pronunciamento decorre do fato de que como o cardiologista não receita as drogas que se discutia, não há quaisquer conflitos de interesse”, explica Lázaro.
A posição da SBC é que, como órgão regulador, cabe à Anvisa discutir o uso, mas é vital que as decisões não sejam tomadas a portas fechadas, mas que seja ouvido o médico que trata o paciente. Disse que o interesse da SBC é grande já que a obesidade é risco cardíaco e uma das recomendações constantes do cardiologista é que seus pacientes evitem sobrepeso e obesidade.
Ora, continua Lázaro Miranda, sem ouvir as sociedades médicas, o que só foi feito após a repercussão da “Nota Técnica” na imprensa, a Anvisa baseou-se em um estudo “Scout” europeu e com pacientes cardiopatas e hipertensos, exatamente os que, pela bula do medicamento, não devem ter a droga prescrita. “No universo pesquisado era de esperar até número maior de complicações”, afirma o médico, para quem o estudo em questão não resiste ao rigor exigido da medicina baseada em evidências.
Em resumo, a posição da SBC foi no sentindo de “manter os anorexígenos de ação central, inclusive a sibutramina”; implementar a regulação da prescrição só para quem pode tomar e apresenta boa resposta em três meses”, “que a Anvisa sempre busque as Sociedades de Especialidades para assessoramento, deixando de tomar decisões unilaterais” , e “que o paciente seja visto como o único foco e beneficiário da questão, não podendo ficar órfão da medicação.
O jornal O Estado de S.Paulo, que divulgou o recuo da Anvisa e a decisão de amplo debate do assunto, ressaltou a intervenção do representante da Sociedade Brasileira de Cardiologia, citando a frase em que, após sua exposição insistiu para que “essa queda de braço entre o órgão regulador e as sociedades médicas tem que acabar” e que ”a SBC entende que o debate deve continuar, mas sempre com participação de especialistas”.
Obesidade
Endocrinologia

Alimentos que devem SER MODERADOS

A primeiro momento é difícil distinguir quais alimentos não podem ser consumidos e na maior parte das vezes nem se quer é comentado sobre o motivo pelo qual não é recomendado. Decididos em compartilhar conhecimento com você, separamos os principais alimentos que devem ser moderados.
Sanduíches de
fast-food
Ricos em gorduras saturadas, gorduras trans, sódio (um dos componentes do sal) e carboidratos simples, que podem ser considerados açúcares. Essas substâncias causam problemas cardiovasculares.

Frituras preparadas com gordura hidrogenada
Ricas em gordura trans, em geral são preparadas em lanchonetes e redes de fast-food. Entre elas estão os quibes, coxinhas, pastéis e as batatas fritas, que são temperadas com grandes quantidades de sal. A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda no máximo dois gramas de gordura trans por dia, mas uma porção média de batatas fritas de fast-food chega a ter oito gramas.

Azeite de dendê
Não deve ser a opção para cozinhar, por ser rico em gorduras saturadas. Para cozinhar, prefira óleos como os de girassol e milho.

Manteiga e margarina
A manteiga tem em sua composição 80% de gordura saturada e algumas marcas possuem alto teor de sal, já as margarinas são plásticos cremosos aromatizados.

Biscoitos industrializados
A maioria, inclusive os do tipo “água e sal”, contêm gordura trans em sua composição. Por exemplo, uma porção de seis biscoitos do tipo “água e sal” oferece quatro gramas de gordura trans, enquanto quatro biscoitos waffer oferecem quase três gramas.

Bolos industrializados
Um dos componentes de praticamente todos os produtos industrializados das padarias é a gordura trans, além da gordura saturada e do açúcar. É preciso estar alerta, pois boa parte desses produtos faz parte do dia-a-dia.

Carnes gordas
Evite cortes gordos e o excesso de carne em churrascarias. As carnes oferecidas em rodízios são enriquecidas com gordura para ficarem ainda mais macias. Em casa, prefira as carnes refogadas, assadas e grelhadas.

Salgadinhos e petiscos industrializados
Ricos em gorduras trans, em geral são fritos e levam boa quantidade de sal e temperos industrializados. Algumas marcas estão tirando a gordura trans da composição. Em hipótese alguma os salgadinhos devem substituir uma refeição, eles podem ser consumidos de forma moderada e pouco freqüente.

Embutidos
Salame, mortadela, linguiças, salsichas e presunto gordo, entre outros, contêm grandes quantidades de gordura trans e de sal, o que tem um impacto bastante negativo sobre a pressão arterial.

Alimentos que devem SER MODERADOS
Endocrinologia

Quer emagrecer com saúde? Então conheça melhor o papel do endocrinologista.

O endocrinologista é o médico especializado por cuidar de todo o funcionamento hormonal do corpo e ainda diagnosticar e tratar doenças de distúrbios hormonais, entre elas; hipotireoidismo, hipertireoidismo, nódulos tireoidianos, diagnóstico de neoplasias cervicais e diabetes mellitus.
Uma das maiores razões para as pessoas procurarem o endocrinologista é por terem dificuldade para emagrecer, pelo fato do profissional analisar a possibilidade de deficiências hormonais que podem impedir a perda do peso excessivo.
Foram separadas 09 orientações para te auxiliar no dia a dia.
01 - Coma a salada antes das refeições
Comer a salada antes das refeições por cerca de 20 minutos é necessário para a sinalização de saciedade do nosso sistema nervoso central. Com a sinalização ativada, a chance de se reduzir os alimentos consumidos na refeição principal é maior. Além disso, essas fibras consumidas auxiliam a digestão da refeição principal, pois demora mais para ser digerida.

02 - Não coma rápido
Ao comer rápido, a primeira fase do processo digestivo é prejudicada, pois os alimentos não são bem mastigados e a saliva não consegue realizar a sua função digestiva completamente.

Comer rápido engorda porque o cérebro demora cerca de 20 minutos para perceber que o estômago está cheio. Logo, ao comer rápido demais, você acaba ingerindo grandes quantidades de comida antes do seu cérebro perceber que as porções de alimento ingeridas já são suficientes, além da deficiência digestiva salivar.

03 - Troque alimentos de farinha branca por farinha integral
A grande diferença entre a farinha branca e a farinha integral está na quantidade de nutrientes e na presença de fibras da farinha integral. A farinha branca passa por um processo de refinamento que elimina grande parte de seus nutrientes. Já a farinha integral, por outro lado, não passa por esse processo e preserva seus nutrientes, que incluem proteínas, minerais, vitaminas e fibras, que são essenciais para o bom funcionamento do organismo.

04 - Pratique esportes!
Praticar esportes é importante para emagrecer com saúde, pois estimula o organismo a aumentar o metabolismo para queima de gorduras.

Muitos estudos já comprovaram que, uma das melhores formas para emagrecer com saúde é praticando esportes. Caso você nunca tenha praticado nenhum esporte, comece com alongamentos ou caminhadas de 30 minutos. E não se esqueça de se alimentar antes dos exercícios!

05 - Abandone os alimentos industrializados e prefira os naturais e frescos
Os alimentos naturais e frescos são menos processados e sem aditivos artificiais (como corantes, conservantes e aromatizantes artificiais), eles estão repletos de fibras, vitaminas, minerais e outros nutrientes. Isso porque não perderam as suas principais partes durante a produção, ao contrário do que acontece com os produtos Industrializados.

06 - Troque o frito pelo assado!
As frituras não são aliadas da saúde e nem da dieta balanceada. A boa notícia é que a maioria dos alimentos fritos podem ser facilmente substituídos a forma de preparo.

07 - Coma de três em três horas
Além de fazer bem à saúde, alimentar-se em poucas quantidades de três em três horas acelera o seu metabolismo e, seu organismo entende que não precisará acumular energia/calorias, não estimulando o aumento do peso.

08 - Corte o refrigerante
O açúcar extra que se ingere ao consumir refrigerantes, produz no organismo pelo menos cinco efeitos indesejáveis:

Nutrição desbalanceada;
Armazenamento de gordura extra;
Níveis incorretos de açúcar no sangue;
Digestão retardada;
Pico de acidez.
A água é a bebida perfeita, ela não contém calorias, não requer digestão, não irrita e constitui exatamente aquilo que o organismo requer para levar avante os processos vitais. Por isso, beba mais água e corte de uma vez por todas os refrigerantes da sua dieta.

09 - Aposte nos grãos
Cereais e alguns tipos de sementes são ótimas opções para afastar a fome, principalmente no café da manhã. Eles costumam fornecer muitas fibras, que dão saciedade e fazem você comer menos. Ingerir fibra também melhora a digestão, combatendo a sensação de inchaço e empazinamento.

Portanto, quando se busca um tratamento para emagrecer, é importante procurar o endocrinologista, para descobrir qual a causa do excesso de peso (se é devido à má alimentação ou a distúrbios hormonais).

Uma vez diagnosticado o problema, o profissional auxiliará no equilíbrio do organismo, proporcionando assim não só o emagrecimento, mas também, o bem-estar e qualidade de vida.
Quer emagrecer com saúde? Então conheça melhor o papel do endocrinologista.
Endocrinologia

Diabetes

Diabetes
Início da desorganização bioquímica molecular
O início da doença diabetes tipo II vem através da formação de radicais livres superoxidos que, junto com os peróxidos de hidrogênio e a presença do íon ferroso, determinarão a formação do radical hidroxilo , através da reação de Haber Weiss, que vai terminar lesando o tecido pancreático e, principalmente as células beta de Langerhans, que vão provocar a morte celular e o processo da mutação genética. O radical livre rompendo a estrutura das células beta a nível de DNA da coluna açúcar-fosfato do acido desoxirribonucléico, e quando o processo acontece, o organismo tenta defender provocando uma depleção da nicotinamida-adenina-dinuclêutica, e isto vai provocar um rápido desgaste deste, que tenta proteger a destruição do açúcar. Caso não seja atingido este propósito, ocorre a inibição da síntese pro-insulina. Trabalhos realizados têm demonstrado que, nessa fase ao adicionar superoxido-dismutase, catalase ou agentes quelantes de ferro, podem produzir uma restauração parcial da síntese da insulina. Se este paciente iria evoluir para diabetes tipo I, insulino-dependente, pode converter-se em paciente diabetes tipo II, ou seja poderá ser tratado com hipoglicemiantes orais. Embora se possa agir nessa fase, não se consegue uma total regeneração do tecido pancreático, isso porque estamos lidando com um órgão como o pâncreas, rico em superoxido-dismutase e catalase e muito rico em antioxidantes, comparado a outros tecidos. Nessa fase, ainda se consegue uma reparação do tecido pancreático, mas quando ele passa da ativação dessa enzima, provocará uma depressão da nicotinamida-adenina-dinuclêutica e ocorrerá uma INIBIÇÃO DA SINTESE DA PRÓ-INSULINA. Então, temos um paciente com diabetes. O TRATAMENTO É PREVENTIVO COM A REORDENAÇÃO BIOQUIMICA MOLECULAR, PARA AUMENTAR A PRODUÇÃO DE SUPEROXIDO –DISMUTASE NAS CÉLULAS BETA PANCREÁTICA, ATUANDO COMO ANTIOXIDANTES NAS ILHOTAS DE LANGERHANS, MANTENDO A PRODUÇÃO NATURAL DE INSULINA ENDÓGENA. Dr.João Rocha Neto

BIBLIOGRAFIA: Michelson AM, McCord JM, Fridowiche [ eds]: Superoxide and Dismutases. New York, Academic, 1977 Cadenas, E, Boveris A, Ragan Cl, et al.: Productions of superoxide radicals and hydrogen peroxide hy NADH-ubiquione rductase and ubiquinol-cytochrome e reductase from beef-hearth mitochondria. Arch Biophys 1977; 180:248-257 Boveris A. Cadenas E, Stoppani AOM: role of ubiquimone in the mitochondrial generation of hydrogen peroxide. Biochem J 1976; 156:435-444. Gandy SF, Buse MG Crouch RK: Protective role of superoxide dismutase against diabetogenic drugs. J Clin Invest 1982;70;650-658 Harbam D : Free radicals theory of againg : beneficial effect of antioxidants on the life span of male NZB mice : role of radical reactions in the deterioration of the immune system with age and in the pathogenics of systemic lupus eryhematosus. Age 1980;3:64-73 Martins de O., J. Terapia ortomolecular – Antioxidantes – Radicais Livres – Artes Gráficas Editora.
Diabetes
Endocrinologia

COVID-19 Quadro Clínico do Dr. João Rocha Neto

COVID-19 Quadro Clínico do Dr. João Rocha Neto
Médico: Dr. João Rocha Neto
Paciente: João Rocha Neto
Profissão: Médico
Antecedentes: portador de hiperglicemia leve, controlada com metformina e dieta.

Em junho de 2020, iniciou-se uma congestão nasal com sintomas característicos de rinite, que perduraram durante 20 dias.

Iniciei antialérgico, porém, não houve melhora. Após este período, apresentei sudorese intensa além de dor muscular importante, e através de exames laboratoriais, fui diagnosticado com COVID-19.

Comecei o tratamento com azitromicina, zinco em altas doses, ivermectina e hidroxicloroquina. Meu quadro clínico evoluiu para debilitação e necessidade de oxigenoterapia. Instável, apresentei queda de saturação e descompensação glicêmica, levando à necessidade de suporte hospitalar.

Em 25 dias de internação, recebi o tratamento de protocolo hospitalar. Minhas filhas e eu elaboramos um tratamento para associar a ele. Por sermos médicos e farmacêutica, apresentamos conhecimentos científicos, através de estudos e cursos em antioxidantes que poderiam atuar especificamente no combate ao radical hidroxila que é altamente danoso às membranas celulares.

Entre vários antioxidantes, fiz uso em dosagens especiais de zinco, ácido lipóico, ubiquinona, vitamina D3, curcuma longa, magnésio, entre vários outros. Iniciei uma etapa de tratamentos amplos e seguros para a ação do COVID-19 e suas consequências patológicas secundárias. O que tive foi um dos mais agressivos, desenvolvendo um tromboembolismo logo no início dos sintomas, além de pneumonia hospitalar.

Meus valores de dímero D, PCR (proteína C reativa) se alteraram bastante. No hospital, tive aumento da glicemia, chegando a 395, devido a cascata inflamatória ter afetado o pâncreas. O uso de corticoides em grandes quantidades também foi responsável por intensificar o aumento da glicemia.

Há anos, mantenho meu tratamento preventivo e faços exames laboratoriais mensalmente. Estes permanecem de suma importância, uma vez que o COVID pode trazer surpresas indesejáveis, caso não haja um controle de medicamentos e exames em laboratório.

Estou “curado” e não transmiti o vírus para ninguém, já que o teste de PCR-RT resultou negativo desde o início dos sintomas apresentados referentes ao COVID-19.

Inseri à minha rotina, com maior intensidade, a prática de atividades físicas. Estas auxiliarão na recuperação de minha resistência muscular, permitindo em breve, retornar ao trabalho, no início de 2021.

Agradeço a todos que se preocuparam e procuraram saber notícias durante minha internação.

Esta pandemia têm sintomas variáveis, podendo ser confundida inicialmente com gripe, alergia, artrite, dentre outras patologias. Todos nós, conscientes da situação e da gravidade que pode apresentar, necessitamos utilizar máscaras e evitar, ao máximo, aglomerações. A prevenção é a melhor maneira, no momento, de lutarmos contra o coronavirus.

COVID-19 Quadro Clínico do Dr. João Rocha Neto
Endocrinologia

Osteoporose em Mulheres

A osteoporose constitui, nos dias atuais, um importante problema de saúde pública. No Brasil, ainda que a incidência não esteja bem clara, não podemos subestimar os números, já que tudo leva a crer qu…

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Mas são as fraturas de fêmur, de longe, as mais graves: elas acarretam hospitalização e expressiva mortalidade nos três ou quatro meses após a ocorrência. As pacientes que sobrevivem a uma fratura nes…

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É oportuno lembrar que, com a menopausa, os ovários deixam de produzir ovulações mas também de fabricar estrogênio. E a carência do hormônio nesse período acelera e amplifica a perda de massa óssea na…

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Fonte: https://saude.abril.com.br/blog/com-a-palavra/por-que-a-osteoporose-atinge-mais-as-mulheres/
Osteoporose em Mulheres
Ortomolecular

Medicina Ortomolecular na UFMG

A UFMG reconhecendo a necessidade de estar sempre como modelo nos ensinamentos e pesquisas de maior complexidade, esta oferecendo vagas no curso de mestrado, demonstrando a verticalização da ciência ortomolecular, aprofundando a sua pesquisa e aplicação, o que não foi ministrado no curso de graduação, interagindo com outros campos de conhecimento da medicina, para auxiliar no diagnóstico, prevenção e tratamento das doenças com melhor qualidade de vida e aumento da longevidade.
Dr. João Rocha Neto


“O Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia de Medicina Molecular (INCT-MM) tem por objetivo integrar a ciência básica e tecnológica à prática clínica, o que permite a investigação de anormalidades moleculares e celulares específicas relacionadas ao desenvolvimento de doenças.
O INCT de Medicina Molecular focaliza seus recursos na pesquisa dos mecanismos fisiopatológicos de doenças graves e complexas e no desenvolvimento de novos tratamentos. Propiciará ainda condições para a formação de recursos humanos de qualidade nas áreas de atuação do instituto, em nível de graduação, pós-graduação (especialização, residência, mestrado e doutorado) e pós-doutorado; além de conseqüente divulgação científica e publicações de impacto internacional”.

Universidade Federal de Minas Gerais
Faculdade de Medicina
Programa de Pós-Graduação em Medicina Molecular
Edital de Seleção 2012 – Mestrado



O Coordenador do Programa de Pós-graduação em Medicina Molecular, da Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Minas Gerais FAZ SABER que, no período de 21/05/2012 a 15/06/2012 estarão abertas as inscrições para seleção de candidatos ao MESTRADO. As inscrições far-se-ão no Centro de Pós-Graduação da Faculdade de Medicina da UFMG, na Av. Alfredo Balena 190, 5º andar, sala 503, CEP 30130-100 – Belo Horizonte – MG, de 2ª a 6ª feira, exceto em feriados e recessos acadêmicos, no horário de 08:30 às 11:30, onde serão fornecidas informações complementares, ou através de correspondência, com data de postagem até 15/06/2012, desde que seja apresentadatoda a documentação exigida. Contatos: Telefone: (31) 3409-9641, e-mail: pg@medicina.ufmg.br, página web:www.medicina.ufmg.br/cpg.


I – Das Vagas. Serão oferecidas 05 (cinco) vagas para ingresso no segundo semestre de 2012.

II – Dos Requisitos para a Inscrição. Para se inscrever o candidato deverá apresentar à Secretaria do Curso os seguintes documentos: (a) Formulário de inscrição devidamente preenchido, disponível na página web, acompanhado de uma (1) fotografia 3X4; (b) Cópia do Diploma de Graduação (frente e verso), expedido por estabelecimento oficial ou oficialmente reconhecido, ou documento equivalente que comprove estar o candidato em condições de concluir o curso de graduação antes do período para o registro acadêmico no curso de pós graduação, ficando a matrícula condicionada à comprovação de conclusão do curso de graduação;(c) Histórico escolar de graduação; (d) Curriculum vitae no formato Lattes, disponível no site www.cnpq.br; (e) Comprovante de conhecimento de língua inglesa. Serão aceitas uma das seguintes comprovações, observado o prazo de validade dos documentos, quando for o caso: TOEFL (mínimo 60% dos pontos), IELTS (mínimo 60% dos pontos), CAMBRIDGE, MICHIGAN, Certificado de aprovação expedido pelo CENEX-FALE-UFMG, em consonância com a Resolução no. 08/2008 do CEPE/UFMG; (f) Prova de estar em dia com as obrigações militares e eleitorais (cópia dos comprovantes eleitorais das duas últimas eleições 1º e 2º turno) no caso de candidato brasileiro; no caso de candidato estrangeiro, os exigidos pela legislação específica; (g) Cópia da Carteira de Identidade (que conste foto, filiação, data de nascimento, naturalidade, número e órgão expedidor do RG), Título de Eleitor, CPF e do comprovante de residência; (h) No formulário de inscrição indicar um possível orientador do Curso. A relação dos orientadores encontra-se disponível na página web e na Secretaria do Curso; (i) No caso de candidatos estrangeiros, prova de estar em dia com o Serviço Federal de Migração e de ter suporte financeiro durante o tempo de permanência no país; (j) Projetode pesquisa, apresentado em fonte Times New Roman, tamanho 12, com espaço 1,5 e não excedendo 10 páginas. O projeto de pesquisa deverá conter, obrigatoriamente, os seguintes itens: título, nome do candidato e do potencial orientador, introdução, justificativa, objetivos, métodos, viabilidade de execução e conclusão da pesquisa, no prazo máximo de 24 (vinte e quatro) meses, cronograma e referências bibliográficas. Projetos fora dessa formatação não serão avaliados e o candidato será automaticamente desclassificado. Não serão aceitas inscrições incompletas ou fora do prazo.

III – Da Banca Examinadora. A banca examinadora do exame de seleção será composta por, no mínimo, três orientadores com credenciamento pleno no Programa, indicados pelo Colegiado.

IV – Do Processo Seletivo. O processo seletivo dos candidatos será realizado nos dias 27 a 29 de junho de 2012, na Faculdade de Medicina da UFMG, situada à Av. Alfredo Balena, 190 e constará de duas etapas: 1ª etapa. Avaliação do Projeto de Pesquisa, de caráter eliminatório e classificatório. Projetos fora da formatação estabelecida na letra (j) do item II deste edital não serão avaliados e o candidato será automaticamente desclassificado. Os pontos serão distribuídos da seguinte forma: relevância do projeto – 20 pontos; metodologia – 40 pontos; aspectos éticos – 10 pontos e viabilidade de execução em, no máximo, 24 meses – 30 pontos. Será considerado eliminado o candidato que não obtiver, pelo menos, 70% da pontuação desta etapa. Serão considerados classificados para participação na segunda etapa os candidatos com pontuação igual ou superior a 70% nesta etapa. O resultado desta etapa será publicado no mural da Secretaria e no site do Centro de Pós-Graduação até as 08:30 horas do dia 27 de junho de 2012. 2ª etapa. Esta etapa compreende 3 avaliações: (a) Prova escrita baseada na interpretação de um artigo científico, em inglês, das áreas de pesquisa oferecidas pelo Programa de Pós-graduação em Medicina Molecular, de caráter eliminatório e classificatório. As questões e respostas desta prova serão em Português. Esta prova será realizada no dia 27/06/2012, às 09:00 horas, em sala a ser designada. A nota mínima para aprovação nesta avaliação será 60 (sessenta), numa escala de 0 (zero) a 100 (cem). O resultado desta prova será divulgado até as 15:00 horas do dia 28/06/2012 e somente os candidatos aprovados participarão da avaliação seguinte; (b) análise do Curriculum Vitae e do Histórico Escolar, de caráter eliminatório e classificatório. Nesta análise serão avaliados o envolvimento prévio em atividades de pesquisa, publicações e experiência profissional, as disciplinas cursadas e suas respectivas notas. A nota mínima para aprovação nessa avaliação será 60 (sessenta), numa escala de 0 (zero) a 100 (cem). O resultado desta prova será divulgado até as 18:00 horas do dia 28/06/2012 e somente os candidatos aprovados participarão da avaliação seguinte; (c) Entrevista sobre as atividades acadêmicas e o currículo do candidato, avaliação de caráter classificatório. As entrevistas serão realizadas no dia 29/06/2012, a partir das 8:30 horas, em sala a ser designada e informada pelo Centro de Pós-Graduação. Serão avaliados o interesse nas áreas de pesquisa oferecidas pelo Programa e a capacidade de expressão oral de idéias. Serão atribuídas notas às entrevistas com os candidatos numa escala de 0 (zero) a 100 (cem) pontos.

V – Do Resultado Final. A nota final será a média das notas obtidas em cada uma das avaliações. Os candidatos serão ordenados na sequência decrescente da nota final, no limite das vagas disponibilizadas neste Edital. A nota atribuída à análise de histórico escolar e curriculum vitae será considerada como critério de desempate. Permanecendo o empate, será considerada a nota da prova escrita e, como último critério, a nota da entrevista. Os candidatos serão classificados por ordem decrescente de suas médias. O resultado final com as notas de cada etapa avaliada será divulgado até as 18 horas do dia 29/06/2012 pela Secretaria do Programa, no mural do 5º andar da Faculdade de Medicina e na página web do Centro de Pós-Graduação. Será de 10 (dez) dias o prazo para a interposição de recursos, conforme estabelece o Regimento Geral da UFMG, contados a partir da divulgação do resultado da seleção. O candidato terá acesso às suas respectivas provas, após a divulgação dos resultados, dentro do prazo de recurso.

VI – Do Registro e da Matrícula. O candidato aprovado no processo seletivo de que trata este edital deverá efetuar, exclusivamente pela internet, no período de 03/07/2012 até 06/07/2012, o seu cadastro prévio, mediante o preenchimento de formulário disponível no sitehttps://sistemas.ufmg.br/cadastroprevio. O DRCA tomará as providências para efetuar o Registro Acadêmico após o recebimento da documentação completa dos candidatos selecionados, na forma exigida (cópias legíveis e sem rasuras) e do preenchimento da Ficha de Cadastro Prévio pelo candidato classificado. A documentação completa dos selecionados será enviada ao DRCA pela secretaria do curso até o dia 09/07/2012. O candidato que apresentou, no período de inscrição, documento comprobatório de estar em condições de concluir o curso de graduação antes do período para registro acadêmico no curso de pós-graduação, deverá entregar na Secretaria do Programa, até 02/07/2012, documento que comprove a conclusão do curso de graduação (cópia do diploma de graduação, expedido por estabelecimento oficial ou oficialmente reconhecido ou declaração de conclusão de curso em que conste a data em que ocorreu a colação do grau). Não serão aceitas declarações com previsão de conclusão ou de colação. Candidatos estrangeiros deverão apresentar à Secretaria do Programa, até 02/07/2012, o RNE, ou passaporte com Visto Permanente ou Visto Temporário de estudante válido, e documento que comprove filiação. De acordo com o disposto no art. 39, § 2º, do Regimento Geral da UFMG, “cada aluno terá direito a um único registro acadêmico,correspondente a uma só vaga no curso em que foi admitido na UFMG”. Perderá automaticamente o direito à vaga e será considerado formalmente desistente o candidato classificado que não efetuar o Cadastro Prévio na data fixada para a realização desse procedimento ou que não apresentar qualquer dos documentos solicitados neste Edital. O preenchimento de vaga(s) decorrente(s) destas situações será feito mediante convocação de outros candidatos aprovados, observada, rigorosamente, a ordem de classificação segundo a ordem decrescente de pontos obtidos no concurso, até a data limite para envio da documentação ao DRCA. A matrícula dos candidatos aprovados será realizada no Sistema Acadêmico da Pós-Graduação, de acordo com orientação da Secretaria do Programa, em data a ser divulgada, observado o calendário acadêmico da Universidade. Belo Horizonte, 31 de janeiro de 2012. Prof. Luiz Armando De Marco – Coordenador doPrograma de Pós-Graduação em Medicina Molecular.
Medicina Ortomolecular na UFMG
Ortomolecular

Aprovação da Ortomolecular

Há dias recebemos uma correspondência da FAPS ( Fundação de Apoio à Pesquisa e Estudo na Área de Saúde ), comunicando a aprovação da prática Ortomolecular pelo MEC( Ministério da Educação e Cultura ), com isso validando minha titularidade conquistada através de provas curriculares realizadas em 1997, aplicadas pela AMBO ( Associação Médica Brasileira de Oxidologia ).

A aprovação é um prêmio merecido para quem estuda, atua, acredita e defende a Ortomolecular.

Apesar de sermos perseguidos e criticados por colegas em exercer com precisão, objetividade e clareza a Ortomolecular, as prescrições para nossos pacientes têm credibilidade científica e resultados satisfatórios em cada receituário aviado .

Diante da aprovação, muitos profissionais que não assumiam e não defendiam a Ortomolecular, porque não tinham coragem de serem “ ousados ” e acreditar nos avanços científicos, passaram a aplicar a Ortomolecular, aleatoriamente sem conhecimento profundo e sem embasamento ético e intelectual.

Se não acreditavam na resposta da nova fase da medicina, como poderiam atuar de forma científica e correta em uma prática que acima de tudo, tem que acreditar na ciência para obter resultados satisfatórios?

E acreditar nos faz obter raciocínio lógico e complexo da Ortomolecular, que é individual a cada caso , não existe um receituário com substâncias e dosagens pré-estabelecidas; o profissional tem que sentir, acreditar e estudar a Ortomolecular, assim como o resultado.

Aparecerão vários profissionais “ paraquedistas ” ( infelizmente ) para atuar na Ortomolecular, sem ao menos saber quais são os verdadeiros princípios do conhecimento para praticá-lo.

Há muitos anos acompanhamos a evolução da Ortomolecular, sempre atualizando em seus raciocínios e novos conhecimentos.

O ser humano tem por comodismo trilhar os caminhos mais fáceis; escolhemos o mais tortuoso e longo, onde exige mais para atingir objetivos, com maior dificuldade para alcançá-los, devido a grande dedicação e desafios.

Nossa meta é fazer a prevenção, tratar as patologias e melhorar a qualidade de vida dos nossos pacientes, independente de nossas abdicações.

Hoje vemos que é válido, deparar com nossos pacientes saudáveis.

Muitos dos nossos conhecimentos científicos e reconhecimento dos pacientes no Brasil e Exterior, devemos ao mestre Dr. Efrain Olszewer, pelos seus cursos e livros, que hoje, continuam nos orientando em conhecimentos cada vez mais profundos e amplos. Seremos sempre gratos ao mestre pelos ensinamentos da Ortomolecular.

As críticas que foram depreciativas, servirão de combustível, aguçando ainda mais as nossas buscas dos benefícios científicos, proporcionadas pela Ortomolecular.
Aprovação da Ortomolecular
Ortomolecular

Prática Ortomolecular

Ortomolecular é uma ciência médica extremamente complexa, que tem a finalidade de desoxidar as células e colocar as moléculas em equilíbrio, retardando o envelhecimento com saúde. Hipócrates, o “Pai da Medicina”, já dizia há milhares de anos que o nosso corpo necessita viver em perfeito equilíbrio com os quatro elementos que compõem a natureza : terra, água, fogo, ar e que o homem é uma parte integral do cosmos onde o organismo é um todo harmonioso, cujas partes se mantêm numa dependência mútua e solidária umas com as outras.O universo é todo-poderoso porque é harmonioso. Se os seres humanos sofrem de doenças, isso acontece porque eles negligenciam a manutenção do ritmo e da harmonia em si mesmos.

Hoje é comprovado que sua teoria é verdadeira através de centenas de trabalhos científicos, e também pelo cientista Linus Pauling, demonstrando que podemos falar em saúde quando temos as moléculas do nosso organismo em constante equilíbrio. Porém, quando esse equilíbrio é alterado determinando uma desorganização molecular, adquirimos as doenças.

A prática ortomolecular atua na prevenção e tratamento das doenças, utilizando todos os recursos e procedimentos disponíveis da medicina contemporânea. Introduz no meio intra e extra celular os elementos que por ventura estejam em quantidade insuficientes ou proporcionam a eliminação dos que estão em excesso, e que geralmente são causadores de desarmonia e funcionamento inadequado do organismo.

O equilíbrio oxidativo é essencial para a manutenção da vida em condições satisfatórias, protegendo as células e mantendo suas funções biológicas adequadas para participarem dos processos metabólicos, que são indispensáveis às funções orgânicas, e da síntese de DNA.

É imprecindível destacar que não é a administração de elevadas quantidades de antioxidantes que irão determinar o sucesso terapêutico, e sim a forma equilibrada e racional do uso dos mesmos, necessitando o médico de um amplo e profundo conhecimento da clínica geral e vasto conhecimento na ciência da medicina ortomolecular, aplicando os conceitos científicos que regem toda a medicina.



Bibliografia

OLZEWER, Efrain. Tratado de Medicina Ortomolecular. São Paulo: Nova Lima EditorialLtda.1995.

LACERDA, Dr.P.de. Manual Prático de Medicina Ortomolecular – As bases da medicina dofuturo- São Paulo: Organização Andrei Editora Ltda., 1995
Prática Ortomolecular
Ortomolecular

CFM Não pode proibir a prática da medicina Ortomolecular

A 1 ª Turma do TRF da primeira Região considerou nula a resolução do Conselho Federal de Medicina (CFM) que proíbe a prática da medicina ortomolecular. A decisão é oriunda da análise de apelação pelo Conselho contra sentença proferida pelo Juizo da quarta Vara Federal do Distrito Federal que julgou procedente o pedido para declarar a nulidade da Resolução/CFM numero 1500/98, condenando o CFM ao pagamento de custas e honorários.


O juízo de primeiro grau entendeu que a competência do Conselho é limitada, de forma geral, à fiscalização do desempenho ético da medicina, conforme estabelece a Lei 3.268/57, que dispõe sobre os conselhos de medicina. Concluiu, portanto, que o CFM, ao editar a referida resolução, invadiu esfera de competência para legislar, reservada constitucionalmente à União, Estado e Distrito Federal.


“Tenho que a sentença recorrida merece ser confirmada, já que se alinha perfeitamente ao entendimento já esposado por esta Corte na AC 0021754-52.1999.4.01.3400/DF, cujo voto foi da relatoria da Exma. Desembargadora Federal Maria do Carmo Cardoso, no sentido de que o Conselho Federal e os Conselhos Regionais de Medicina são órgãos supervisores da ética profissional em toda a Republica e, ao mesmo tempo, julgadores e disciplinadores da classe médica “, afirmou o juiz federal convocado Miguel Ângelo de Alvarenga Lopes, relator do processo na Turma.


TRF-1ª – CFM não pode proibir prática da medicina ortomolecular por médicos Constituição – o art. 5º, XIII, da Carta Magna de 1988 determina o livre exercício profissional, amparado no valor social do trabalho e da livre iniciativa. A possibilidade de restrição do exercício de profissão deve ter como veículo a lei formal. Somente a União, por meio de lei federal, poderá determinar condições e requisitos às atividades de profissionais liberais.
O relator explicou que a Resolução limitou o exercício da prática terapêutica, mas que a norma deve agir em consonância com a norma instituidora, não podendo criar limitações administrativas ao exercício dos direitos e atividades individuais ou estabelecer normas gerais e abstratas dirigidas aos profissionais que estejam em idêntica situação. “Ocorre que tais limitações fogem à competência do Conselho Federal de Medicina (art.5º da Lei 3.268/1957) e assim, ofendem o princípio da legalidade insculpido no art. 5º, II, da Lei Maior, ao limitar o exercício de atividade profissional, direito constitucionalmente garantido, por ato que não a lei em sentido estrito”, completou.


Assim, o magistrado votou pela manutenção da sentença recorrida, negando provimento à apelação do CFM A decisão foi unânime.


Processo número 0021497-27.1999.4.01.3400

Fonte: Tribunal Regional Federal da primeira Região/AASP

Ementa: PROCESSUAL CIVIL. ADMINISTRATIVO. NEGATIVA DE PRESTAÇÃO JURISDICIONAL REJEITADA. RESOLUÇÃO N.1.500/98 DO CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA. VEDAÇÃO DE DIVULGAÇÃO E EXERCÍCIO DA MEDICINA DE PRÁTICA ORTOMOLECULAR E DIAGNÓSTICOS OU TERAPIAS ALTERNATIVAS. ILEGALIDADE. 1. Deve ser rejeitada a preliminar de nulidade da sentença por negativa de prestação jurisdicional, tendo em vista que a sentença recorrida apreciou as questões relevantes à solução da lide, de forma motivada, tendo havido a regular prestação jurisdicional. 2″Apresenta se ilegala Resolução CFM 1500/1998 que, ao restringir a prática terapêutica, ultrapassa os limites do poder regulamentar“(AC0021754-52.1999.4.01.3400/DF, Rel. DESEMBARGADORA FEDERAL MARIA DO CARMO CARDOSO, OITAVA TURMA, e-DJF1 p.419 de 11/02/2011). 3. Apelação e remessa oficial, tida por interposta, não providas

Decisão Importante e inteligente da Justiça

PODER JUDICIÁRIO
TRIBUNAL REGIONAL FEDERAL DA PRIMEIRA REGIÃO

Numeração Única : 0021497-27.1999.4.01.3400
APELAÇÃO CÍVEL N. 1999.34.00.021527-6/DF

RELATÓRIO

O Exmº Sr. Juiz Federal MIGUEL ANGELO DE ALVARENGA LOPES (Relator Convocado):

Trata-se de apelação interposta pelo CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA – CFM contra sentença de fls. 333/337, proferida pelo Juízo da 4º Vara da Seção Judiciária do Distrito Federal, que julgou procedente o pedido autoral para declarar a nulidade da Resolução / CFM nº 1500/98, condenando o réu ao pagamento de custas e honorários arbitrados em R$500,00.

Em suas razões (fls. 536/572), o apelante defende inicialmente a nulidade da sentença recorrida, ao fundamento que o juizo singular obstou a entrega da devida tutela jurisdicional, pois deixou de analisar diversos tópicos suscitados no processo.

No mérito, sustenta que o CFM, conquanto não tenha competência para lesgislar sobre o exercício da profissão, detém legitimidade para regular matérias atinentes à áreas médica e para disciplinar critérios técnicos e morais da medicina, com respaldo no art. 2º, da Lei nº 3.268/57.
Alega, portanto, que não poderia o juizo monocromático declarar nulo ato administrativo exarado pelo CFM, que visa exatamente regular procedimento desprovido de cientificidade, cuja edição observou todos os requisitos legais.

Ressalta que a medicina ortomolecular configura técnica experimental, sem eficácia cientificamente comprovada, e que a Resolução CFM 1500/1998 não proibe sua utilização, apenas normaliza a matéria no sentido de que as terapias ali relacionadas podem ser praticadas desde que sob o protocolo de experiment, com a fiscalização da autoridade competente (CONEP) e mediante informação clara ao paciente.

Anduz que as terapias disciplinas na Resolução 1500/98 não podem ser exercidas por profissionais médicos, não só pela proibição em sí, mas tsambém por não constarem da grade curricular do curso de Medicina.

Ao final, salientaque a própria CONEP – Comissão Nacional de Ética em Pesquisa reconhece a autoridade exclusiva do CFM para determinar quais os procedimentos são tidos como experimentais na área médica no Brasil.

Não foram apresentadas contrarrazões.

É o relatório.




Juiz Federal MIGUEL ANGELO de Alvarenga Lopes
Relator Convocado




Nº lote:2013044003-2_1-Apelação cível n.1999.34.00.021527-6/DF




PODER JUDICIÁRIO
TRIBUNAL REGIONAL FEDERAL DA PRIMEIRA REGIÃO

Numeração Única : 0021497-27.1999.4.01.3400
APELAÇÃO CÍVEL N. 1999.34.00.021527-6 / DF

VOTO

O Exmº Sr. Juiz Federal MIGUEL ANGELO DE ALVARENGA LOPES (Relator Convocado):

Trata-se de apelação interposta contra sentença que julgou procedente o pedido autoral para declarar a nulidade da Resolução/CFM nº 1500/98.

Presentes os pressupostos de admissibilidade, conheço do recurso interposto.R\emessa oficial tida por interposta, nos termos do art.475,CPC.

Preliminar

Inicialmente, afasto a alegação de nulidade da sentença por suposta negativa de tutela jurisdicional.

A sentença recorrida apreciou as questões relevantes à solução da lide, de forma motivada, tendo havido a regular prestação jurisdicional.

O juízo não está obrigado a examinar cada uma das alegações feitas pelas partes, ou rebater cada fundamento da tese formulada pelos litigantes, cabendo-lhe decidir as questões suscitadas no processo de formamotivada, com fundamentação suficiente a embasar sua convicção no decidir, o que ocorreu no caso concreto.

Mérito

Segundo entendeu a D. Magistrada sentenciante, a competência do ConselhoFederal de Medicina é limitada de forma geral, á fiscalização do desempenho ético da medicina, nos termos estabelecidos no art.2º, da Lei nº 3.268/57.

O juizo monocrático concluiu, portanto, que o Conselho Réu, ao editar a referida Resolução nº 1500/98, invadiu esfera de competência para legislar reservada constitucionalmenteà União, Estados e Distrito Federal.

Tenho que a sentença recorrida merece ser confirmada, já que se alinha perfeitamente ao entendimentojá esposado por esta e. Corte na AC 0021754-52.1999.4.01.3400/DF, cujo voto foi da relatoria da Exma. Desembargadora Federal Maria do Carmo Cardoso nos seguintes termos, que invoco como razão de decidir:

“O art.2º da Lei. 3.268/1957, que dispõe sobre os Consenhos de Medicina, assim determina:

Art.2º O conselho Federal de Medicina são os órgãos supervisores da ética profissional em tôda a Republica e ao mesmo tempo, julgadores e disciplinadores da classe médica, cabendo-lhes zelar e trabalhar por todos os meios ao seu alcance, pelo prestígio e bom conceito da profissão e dos que a exerçam legalmente.

As atribuições do Conselho Federal de Medicina estão descritas no art. 5º:

Art. 5º São atribuições do Conselho Federal:

a) organizar o seu regimento interno;
b) aprovar os regimentos internos organizados pelos Conselhos Regionais;
c) eleger o presidente e o secretário geral do Conselho;
d) votar e alterar o Código de Deontologia Médica, ouvidos os Conselhos Regionais;




Nº lote:2013044003-2_1-Apelação cível n.1999.34.00.021527-6/DF




PODER JUDICIÁRIO
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APELAÇÃO CÍVEL N. 1999.34.00.021527-6 / DF

e) promover quaisquer diligência ou verificações, relativas ao funcionamento dos Conselhos de Medicina, nos Estados ou territotios e Distrito Federal, e adotar, quando necessárias, providências convinientes a bem da sua conviniência e regularidade, inclusive a designação de diretoria provisória;
f) propor ao Govêrno Federal a emenda ou alteração do Regulamento desta lei;
g) expedir as instruções necessárias ao bom funcionamento dos Conselhos Regionais;
h)tomar conhecimento de quaisquer dúvidas suscitadas pelos Conselhos regionais e dirimí-las;
i) em grau de recurso por provocação dos Conselhos Regionais; ou de qualquer interessado, deliberar sôbre admissão de membros aos Conselhos Regionais e sôbre penalidade impostas aos mesmos pelo referidos Conselhos
j) fixar e alterar o valor da anuidade única, cobrada aos inscritos nos Conselhos Regionais de Medicina; e
l) normatizar a concessão de diárias, jetons e auxílio de representação fixando o valor máximo para todos os Conselhos Regionais.
A Resolução CFM 1500/1998, questionada nesta ação, além de estabelecer os parâmetros para a reposição medicamentosa de comprovadas deficiências de nutrientes (art.10); os princípios a serem observados na remoção de minerais quando em excesso ou de minerais tóxicos (art.12); assim como a reavaliação periódica da metodologia científica envolvida (art.14), no art.13 traz uma série de proibições à prática de medicina ortomolecular.

Ocorre que tais limitações fogem à competência do Conselho Federal de Medicina ( art.5º da Lei 3.268/1957) e, assim, ofendem o princípio da legalidade insculpido no art.5º, II, da Lei maior, ao limitar o exercício de atividade profissional, direito constitucionalmente garantido, por ato que não a lei em sentido estrito.

As resoluções, como atos infralegais que são, não se prestam a impor comportamentos não disciplinados por lei, haja vista que a função do ato administrativo restringe-se a complementá-la, de modo a permitir sua concreção, jamais instaurando primariamente nenhuma forma de cerceio a direitos de terceiros.

Em leitura apurada da referida Resolução, observa-se que a norma limitou oexercício daprática terapêutica. Entretanto, a norma reguladora deve agir em consônancia com a norma instituidora, não podendo criar limitações administrativas ao exercício dos direitos e atividades individuais ou estabelecer normas gerais e abstratas dirigidas indistintivamente aos profissionais que sejam em idêntica situação, por que isso só pode ser feito por meio de uma lei.

A Constituição Federal, no art. 5º,XII, determina o livre exercício profissional, amparado no valor social do trabalho e da livre iniciativa. A possibilidade de restrição do exercício de profissão deve ter como veículo a lei formal. Somente a União, por meio de lei federal, poderá determinar condições e requisitos às atividades de profissionais liberais.”


O referido acórdão restou assim ementado:



Nº lote:2013044003-2_1-Apelação cível n.1999.34.00.021527-6/DF



PODER JUDICIÁRIO
TRIBUNAL REGIONAL DA PRIMEIRA REGIÃO

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APELAÇÃO CÍVEL N. 1999.34.00.021527-6 / DF

PROCESSO CIVIL. CONSELHO FEDERAL DE RESOLUÇÃO
1500/1998 DO CFM. MEDICINA ORTOMOLECULAR . PRÁTICA
TERAPÊUTICA. RESTRIÇÃO. IMPOSSIBILIDADE. PRINCÍPIO DA
LEGALIDADE.
1. Apresenta-se ilegal a Resolução CFM 1500/1998 que ao restringir a,
prática terapêutica, ultrapassa os limites do poder regulamentar.
2. Apelação e remessa oficial, tida por interposta, a que se nega
provimento.
(AC 0021754-52.199.4.01.3400 / DF, Rel. DESEMBARGADORA
FEDERAL MARIA DO CARMO CARDOSO, OITAVA TURMA, e-DJF1,
p.419 de 11//02/2011)

Pelo exposto, NEGO PROVIMENTO à apelação eà remessa necessária, tida por
interposta, para manter integralmente a sentença recorrida.

É como voto.


Juiz Federal MIGUEL ANGELO de Alvarenga Lopes
Relator Convocado



Nº lote:2013044003-2_1-Apelação cível n.1999.34.00.021527-6/DF

Deparei-me com comentários de “colega” desprovido de conhecimento, da verdade e respeito, usando de escudo uma instituição; infringindo a ética e moral da ciência na sua evolução. As células tronco e prática da medicina ortomolecular com seu profundo estudo da bioquímica celular, estão avançando cientificamente a favor da humanidade.
DR.JOÃO ROCHA NETO
CFM Não pode proibir a prática da medicina Ortomolecular
Patologias

Menopausa e Climatério

A menopausa corresponde ao último ciclo menstrual, ou seja, a última menstruação. Ocorre, em geral, entre os 45 e 55 anos. Quando ocorre por volta dos 40 anos, é chamada de menopausa prematura ou precoce.

O termo menopausa é, muitas vezes, utilizado indevidamente para designar o climatério, que é a fase de transição do período reprodutivo, ou fértil, para o não reprodutivo na vida da mulher.

A principal característica da menopausa é a parada das menstruações. Ao falar dos sintomas da menopausa, algumas pessoas podem encará-la como como um problema de saúde. Apesar de poder apresentar dificuldades, o climatério é um período importante e inevitável na vida da mulher, devendo ser encarado como um processo natural, e não como doença.

Para muitas mulheres, a chegada da menopausa provoca irregularidades menstruais, menstruações mais escassas, hemorragias, menstruações mais ou menos frequentes. Outros sinais e sintomas característicos como ondas de calor (fogachos), alterações do sono, da libido e do humor, bem como atrofia (enfraquecimento ou definhamento) dos órgãos genitais, aparecem em seguida.

Causas da menopausa:

Todos os óvulos que a mulher produzirá ao longo da vida têm sua origem em células germinativas (ou folículos) dos ovários já presentes no momento em que nasce uma menina. Essa reserva é usada desde a primeira menstruação (menarca) até a última (menopausa). Mulher nenhuma é capaz de formar novos folículos para repor os que se foram. Quando morrem os últimos deles, os ovários entram em falência e as concentrações dos hormônios femininos, estrogênio e progesterona, caem irreversivelmente.

Entre outras causas possíveis da menopausa, estão as cirurgias ginecológicas que incluem a retirada dos ovários.

Sintomas:

Para algumas mulheres a fase da menopausa e do climatério não apresenta sintomas, porém, a maioria delas começa a ter sintomas já no início do climatério e, com a diminuição progressiva dos hormônios femininos, os sintomas vão aumentando. Os mais comuns são:

– ondas de calor ou fogachos: episódios súbitos de sensação de calor na face, pescoço e parte superior do tronco, geralmente acompanhados de rubor facial, suores, palpitações no coração, vertigens, cansaço muscular. Quando mais intensos, podem atrapalhar as tarefas do dia a dia;
– irregularidades na duração dos ciclos menstruais e na quantidade do fluxo sanguíneo;
– manifestações como dificuldade para esvaziar a bexiga, dor e pressa para urinar, perda de urina, infecções urinárias e ginecológicas, ressecamento vaginal, dor à penetração e diminuição da libido;
– sintomas psíquicos: a redução dos níveis de hormônios femininos interfere com a liberação de neurotransmissores essenciais para o funcionamento harmonioso do sistema nervoso central, fazendo com que aumentem as queixas de irritabilidade, instabilidade emocional, choro descontrolado, depressão, distúrbios de ansiedade, melancolia, perda da memória e insônia;
– alterações na pele, que perde o vigor, nos cabelos e nas unhas, que ficam mais finos e quebradiços;
– alterações na distribuição da gordura o corpo, fazendo com que se concentre mais na região abdominal;
– perda de massa óssea característica da osteoporose e da osteopenia;
– risco aumentado de doenças cardiovasculares: a doença coronariana é a principal causa de morte depois da menopausa.

Tratamento:

A terapia de reposição hormonal tem a vantagem de aliviar os sintomas físicos (fogachos), psíquicos (depressão, irritabilidade) e os relacionados com os órgãos genitais (secura vaginal, incontinência urinária) no climatério. Além disso, funciona como proteção contra a osteoporose e assegura melhor qualidade de vida para a mulher. No entanto, existem contraindicações que devem ser avaliadas com cuidado pelo médico e pela mulher, não sendo indicada a automedicação, pois pode aumentar o risco de doenças cardiovasculares, trombose, câncer de mama e de endométrio, distúrbios hepáticos e sangramento vaginal de origem desconhecida.

Estudos científicos mostraram que a isoflavona de soja tem ação semelhante ao estrogênio no controle das ondas de calor.

Alimentação saudável, atividade física regular, não fumar e evitar o consumo de álcool e cuidados com a saúde bucal são algumas medidas simples, que incorporadas aos hábitos diários de vida, podem ser úteis para minimizar os sintomas negativos do climatério.

Outras recomendações:

– mesmo após a menopausa a mulher deve manter o acompanhamento ginecológico regularmente;
– evitar ganhar peso;
– encontrar tempo para a prática diária de atividade física. Além de ser importante para o bem-estar físico, é fundamental para o controlar a pressão arterial, prevenir a osteoporose, doenças cardiovasculares e atenuar as alterações do humor.


IMPORTANTE: Somente médicos e cirurgiões-dentistas devidamente habilitados podem diagnosticar doenças, indicar tratamentos e receitar remédios. As informações disponíveis em Dicas em Saúde possuem apenas caráter educativo.

Dica elaborada em setembro de 2.020


Fontes:

Blog da Saúde. Ministério da Saúde
Menopausa e Climatério
Patologias

Alzheimer

Alzheimer: o que é, causas, sintomas, tratamento, diagnóstico e prevenção
Alzheimer é uma doença neurodegenerativa progressiva que se manifesta apresentando deterioração cognitiva e da memória de curto prazo e uma variedade de sintomas neuropsiquiátricos e de alterações comportamentais que se agravam ao longo do tempo.


O que é Alzheimer?
A Doença de Alzheimer (DA) é um transtorno neurodegenerativo progressivo e fatal que se manifesta pela deterioração cognitiva e da memória, comprometimento progressivo das atividades de vida diária e uma variedade de sintomas neuropsiquiátricos e de alterações comportamentais.

A doença instala-se quando o processamento de certas proteínas do sistema nervoso central começa a dar errado.

Surgem, então, fragmentos de proteínas mal cortadas, tóxicas, dentro dos neurônios e nos espaços que existem entre eles. Como consequência dessa toxicidade, ocorre perda progressiva de neurônios em certas regiões do cérebro, como o hipocampo, que controla a memória, e o córtex cerebral, essencial para a linguagem e o raciocínio, memória, reconhecimento de estímulos sensoriais e pensamento abstrato.

No Brasil, centros de referência do Sistema Único de Saúde (SUS) oferecem tratamento multidisciplinar integral e gratuito para pacientes com Alzheimer, além de medicamentos que ajudam a retardar a evolução dos sintomas.

Os cuidados dedicados às pessoas com Alzheimer, porém, devem ocorrer em tempo integral. Cuidadores, enfermeiras, outros profissionais e familiares, mesmo fora do ambiente dos centros de referência, hospitais e clínicas, podem encarregar-se de detalhes relativos à alimentação, ambiente e outros aspectos que podem elevar a qualidade de vida dos pacientes.



O que causa o Alzheimer?
A causa ainda é desconhecida, mas acredita-se que seja geneticamente determinada. A Doença de Alzheimer é a forma mais comum de demência neurodegenerativa em pessoas de idade, sendo responsável por mais da metade dos casos de demência nessa população.



Quais os estágio(fases) da doença de Alzheimer?
A doença de Alzheimer costuma evoluir para vários estágios de forma lenta e inexorável, ou seja, não há o que possa ser feito para barrar o avanço da doença. A partir do diagnóstico, a sobrevida média das pessoas acometidas por Alzheimer oscila entre 8 e 10 anos. O quadro clínico costuma ser dividido em quatro estágios:

Estágio 1 (forma inicial): alterações na memória, na personalidade e nas habilidades visuais e espaciais.
Estágio 2 (forma moderada): dificuldade para falar, realizar tarefas simples e coordenar movimentos. Agitação e insônia.
Estágio 3 (forma grave): resistência à execução de tarefas diárias. Incontinência urinária e fecal. Dificuldade para comer. Deficiência motora progressiva.
Estágio 4 (terminal): restrição ao leito. Mutismo. Dor à deglutição. Infecções intercorrentes.
IMPORTANTE: Nos casos mais graves do Alzheimer, a perda da capacidade das tarefas cotidianas também aparece, resultando em completa dependência da pessoa. A doença pode vir ainda acompanhada de depressão, ansiedade e apatia.


Quais são os sintomas do Alzheimer?
O primeiro sintoma, e o mais característico, do Mal de Alzheimer é a perda de memória recente. Com a progressão da doença, vão aparecendo sintomas mais graves como, a perda de memória remota (ou seja, dos fatos mais antigos), bem como irritabilidade, falhas na linguagem, prejuízo na capacidade de se orientar no espaço e no tempo.

Entre os principais sinais e sintomas do Alzheimer estão:

falta de memória para acontecimentos recentes;
repetição da mesma pergunta várias vezes;
dificuldade para acompanhar conversações ou pensamentos complexos;
incapacidade de elaborar estratégias para resolver problemas;
dificuldade para dirigir automóvel e encontrar caminhos conhecidos;
dificuldade para encontrar palavras que exprimam ideias ou sentimentos pessoais;
irritabilidade, suspeição injustificada, agressividade, passividade, interpretações erradas de estímulos visuais ou auditivos, tendência ao isolamento.


Quais são os fatores de risco da Doença de Alzheimer?
A identificação de fatores de risco e da Doença de Alzheimer em seu estágio inicial e o encaminhamento ágil e adequado para o atendimento especializado dão à Atenção Básica, principal porta de entrada para o Sistema Único de Saúde (SUS), um caráter essencial para um melhor resultado terapêutico e prognóstico dos casos.

Alguns fatores de risco para o Alzheimer são:

A idade e a história familiar: a demência é mais provável se a pessoa tem algum familiar que já sofreu do problema;
Baixo nível de escolaridade: pessoas com maior nível de escolaridade geralmente executam atividades intelectuais mais complexas, que oferecem uma maior quantidade de estímulos cerebrais.
IMPORTANTE: Quanto maior for a estimulação cerebral da pessoa, maior será o número de conexões criadas entre as células nervosas, chamadas neurônios. Esses novos caminhos criados ampliam a possibilidade de contornar as lesões cerebrais, sendo necessária uma maior perda de neurônios para que os sintomas de demência comecem a aparecer. Por isso, uma maneira de retardar o processo da doença é a estimulação cognitiva constante e diversificada ao longo da vida.


Como prevenir a Doença de Alzheimer?
A Doença de Alzheimer ainda não possui uma forma de prevenção específica, no entanto os médicos acreditam que manter a cabeça ativa e uma boa vida social, regada a bons hábitos e estilos, pode retardar ou até mesmo inibir a manifestação da doença.

Com isso, as principais formas de prevenir, não apenas o Alzheimer, mas outras doenças crônicas como diabetes, câncer e hipertensão, por exemplo, são:

Estudar, ler, pensar, manter a mente sempre ativa.
Fazer exercícios de aritmética.
Jogos inteligentes.
Atividades em grupo.
Não fumar.
Não consumir bebida alcoólica.
Ter alimentação saudável e regrada.
Fazer prática de atividades físicas regulares.
Leia também: Saiba como ter uma vida completamente saudável



Como é feito o diagnóstico da Doença de Alzheimer?
O diagnóstico da Doença de Alzheimer é por exclusão. O rastreamento inicial deve incluir avaliação de depressão e exames de laboratório com ênfase especial na função da tireoide e nos níveis de vitamina B12 no sangue.

Qual o médico pode diagnosticar e tratar o mal de Alzheimer?
O Alzheimer pode ser tratada pelo psiquiatra geriatra ou por um neurologista especializado no tratamento da Doença de Alzheimer.

Como saber se uma pessoa está com Alzheimer?
O diagnóstico do Alzheimer no paciente que apresenta problemas de memória é baseado na identificação das modificações cognitivas específicas. Exames físicos e neurológicos cuidadosos acompanhados de avaliação do estado mental para identificar os déficits de memória, de linguagem, além de visoespaciais, que é a percepção de espaço.

Vale ressaltar mais uma vez que o diagnóstico precoce, o tratamento adequado e em tempo oportuno é fundamental para possibilitar o alívio dos sintomas e a estabilização ou retardo da progressão da doença.



Qual o tratamento para o Alzheimer?
O tratamento do alzheimer é medicamentoso e os pacientes têm à disposição a oferta de medicamentos capazes de minimizar os distúrbios da doença, que devem ser prescritos pela equipe médica. O objetivo do tratamento medicamentoso é, também, propiciar a estabilização do comprometimento cognitivo, do comportamento e da realização das atividades da vida diária (ou modificar as manifestações da doença), com um mínimo de efeitos adversos.

Por isso, no âmbito do Ministério da Saúde, está disponível nas unidades de saúde de todo o país, o medicamento Rivastigmina adesivo transdérmico para o tratamento de demência para Doença de Alzheimer. Este tratamento está previsto no Protocolo Clínico e Diretrizes Terapeuticas (PCDT) desta condição clínica, que além do adesivo, preconiza o uso de medicamentos como:

Donepezila.
Galantamina.
Rivastigmina.
Memantina.


A rivastigmina já era oferecida por via oral, porém tinha o inconveniente de causar alguns desconfortos gastrointestinais no paciente, como náusea, vômito e diarreia. Para tentar diminuir esses efeitos indesejáveis, foi incorporada essa nova apresentação, que será indicada pelo médico que acompanha o paciente. Além disso, os pacientes com Alzheimer, podem tomar mais medicamentos ou menos que a quantidade prescrita, devido ao esquecimento.

O acesso a esses medicamentos ocorre por meio do Componente Especializado da Assistência Farmacêutica (CEAF), do Ministério da Saúde, e é uma estratégia de acesso a medicamentos no âmbito do SUS, caracterizado pela busca da garantia da integralidade do tratamento medicamentoso, em nível ambulatorial, cujas linhas de cuidado estão definidas em Protocolos Clínicos e Diretrizes Terapêuticas publicados pelo Ministério da Saúde.

Sendo assim, para ter acesso aos medicamentos elencados acima, os pacientes devem atender aos critérios de elegibilidade do PCDT e apresentar os seguintes documentos em um estabelecimento de saúde designado pelo gestor estadual:

I – cópia do Cartão Nacional de Saúde (CNS);

II – cópia de documento de identidade, cabendo ao responsável pelo recebimento da solicitação atestar a autenticidade de acordo com o documento original de identificação;

III – Laudo para Solicitação, Avaliação e Autorização de Medicamentos do Componente Especializado da Assistência Farmacêutica (LME), adequadamente preenchido;

IV – prescrição médica devidamente preenchida;

V – documentos exigidos nos Protocolos Clínicos e Diretrizes Terapêuticas publicados na versão final pelo Ministério da Saúde, conforme a doença e o medicamento solicitado; e

VI – cópia do comprovante de residência.
Alzheimer
Patologias

Coronavírus e novo coronavírus: o que é, causas, sintomas, tratamento e prevenção

Coronavírus e novo coronavírus: o que é, causas, sintomas, tratamento e prevenção
O que é coronavírus?
Coronavírus é uma família de vírus que causam infecções respiratórias. O novo agente do coronavírus (nCoV-2019) foi descoberto em 31/12/19 após casos registrados na China.

Os primeiros coronavírus humanos foram identificados em meados da década de 1960. A maioria das pessoas se infecta com os coronavírus comuns ao longo da vida, sendo as crianças pequenas mais propensas a se infectarem com o tipo mais comum do vírus. Os coronavírus mais comuns que infectam humanos são o alpha coronavírus 229E e NL63 e beta coronavírus OC43, HKU1.

Os tipos de coronavírus conhecidos até o momento são:
Alpha coronavírus 229E e NL63.
Beta coronavírus OC43 e HKU1
SARS-CoV (causador da Síndrome Respiratória Aguda Grave ou SARS).
MERS-CoV (causador da Síndrome Respiratória do Oriente Médio ou MERS).
nCoV-2019: novo tipo de vírus do agente coronavírus, chamado de novo coronavírus, que surgiu na China em 31 de dezembro de 2019.
Novo coronavírus (nCoV-2019)
O novo agente do coronavírus, chamado de novo coronavírus – nCoV-2019, foi descoberto no fim de dezembro de 2019 após ter casos registrados na China. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), são 14,5 mil casos registrados em 18 países, com 305 mortes, o que mobilizou organismos internacionais e a comunidade científica na busca por respostas sobre prevenção, transmissão e tratamento desse novo tipo de coronavírus.

No Brasil, até 03 de fevereiro de 2020, são 15 casos suspeitos em investigação para o coronavírus (nCoV-2019) em sete estados, mas nenhum deles foi confirmado. São Paulo é o que, neste momento, apresenta mais casos suspeitos: são 7 em investigação.

Alguns coronavírus podem causar doenças graves com impacto importante em termos de saúde pública, como a Síndrome Respiratória Aguda Grave (SARS), identificada em 2002, e a Síndrome Respiratória do Oriente Médio (MERS), identificada em 2012.

Ações do Ministério da Saúde
No dia 31 de janeiro de 2020, foi publicado no Diário Oficial da União um decreto presidencial, com assinatura do ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, reativando um Grupo de Trabalho Interministerial de Emergência em Saúde Pública de Importância Nacional e Internacional. O grupo já atuou em outras situações, como a pandemia de influenza, e agora atuará no caso do novo coronavírus.

A medida faz parte das ações preventivas do Brasil para enfrentar o coronavírus (nCoV-2019), se um caso for confirmado no país. Os membros desse Grupo de Trabalho que estiverem no Distrito Federal se reunirão presencialmente e os membros que estiverem em outros estados participarão dos encontros por meio de videoconferência, conforme a necessidade.

O Ministério da Saúde tem realizado monitoramento diário da situação do coronavírus (nCoV-2019) junto à Organização Mundial da Saúde, que acompanha o assunto desde as primeiras notificações, em 31 de dezembro de 2019.

Por isso, com o intuito de manter a população informada a respeito do coronavírus (nCoV-2019), o Governo do Brasil passou a atualizar diariamente, a partir do dia 31 de janeiro de 2020, informações na Plataforma IVIS, com números de casos suspeitos, confirmados e descartados, além das definições desses casos e eventuais mudanças que ocorrerem em relação a situação epidemiológica do coronavírus (nCoV-2019).


O Ministério da Saúde instalou o Centro de Operações de Emergência (COE) – coronavírus para preparar a rede pública de saúde para o atendimento de possíveis casos no Brasil.

A sua estruturação permite a análise de dados e de informações para subsidiar a tomada de decisão dos gestores e técnicos, na definição de estratégias e ações adequadas e oportunas para o enfrentamento de emergências em saúde pública.


Perguntas e respostas sobre o coronavírus (nCoV-2019)
Como o coronavírus (nCoV-2019) é transmitido?As investigações sobre transmissão do novo coronavírus ainda estão em andamento, mas a disseminação de pessoa para pessoa, ou seja, a contaminação por contato, está ocorrendo. É importante observar que a disseminação de pessoa para pessoa pode ocorrer de forma continuada. Alguns vírus são altamente contagiosos (como sarampo), enquanto outros são menos. Ainda não está claro com que facilidade o novo coronavírus se espalha de pessoa para pessoa. Apesar disso, a transmissão dos coronavírus costuma ocorrer pelo ar ou por contato pessoal com secreções contaminadas, como: gotículas de saliva;espirro;tosse;catarro;contato pessoal próximo, como toque ou aperto de mão;contato com objetos ou superfícies contaminadas, seguido de contato com a boca, nariz ou olhos. Os coronavírus apresentam uma transmissão menos intensa que o vírus da gripe e, portanto, o risco de maior circulação mundial é menor. O vírus pode ficar incubado por duas semanas, período em que os primeiros sintomas levam para aparecer desde a infecção.
Como é feito o diagnóstico do coronavírus (nCoV-2019)?O diagnóstico do novo coronavírus é feito com a coleta de materiais respiratórios (aspiração de vias aéreas ou indução de escarro). É necessária a coleta de duas amostras na suspeita do coronavírus. As duas amostras serão encaminhadas com urgência para o Laboratório Central de Saúde Pública (Lacen). Uma das amostras será enviada ao Centro Nacional de Influenza (NIC) e outra amostra será enviada para análise de metagenômica. Para confirmar a doença é necessário realizar exames de biologia molecular que detecte o RNA viral. O diagnóstico do novo coronavírus é feito com a coleta de amostra, que está indicada sempre que ocorrer a identificação de caso suspeito. Orienta-se a coleta de aspirado de nasofaringe (ANF) ou swabs combinado (nasal/oral) ou também amostra de secreção respiratória inferior (escarro ou lavado traqueal ou lavado bronca alveolar). Os casos graves devem ser encaminhados a um Hospital de Referência para isolamento e tratamento. Os casos leves devem ser acompanhados pela Atenção Primária em Saúde (APS) e instituídas medidas de precaução domiciliar.
Qual é o tratamento do coronavírus (nCoV-2019)?Não existe tratamento específico para infecções causadas por coronavírus humano. No caso do novo coronavírus é indicado repouso e consumo de bastante água, além de algumas medidas adotadas para aliviar os sintomas, conforme cada caso, como, por exemplo: Uso de medicamento para dor e febre (antitérmicos e analgésicos).Uso de humidificador no quarto ou tomar banho quente para auxiliar no alívio da dor de garanta e tosse. Assim que os primeiros sintomas surgirem, é fundamental procurar ajuda médica imediata para confirmar diagnóstico e iniciar o tratamento.
Quais são os sintomas do coronavírus (nCoV-2019)?Os sinais e sintomas clínicos do novo coronavírus são principalmente respiratórios, semelhantes a um resfriado. Podem, também, causar infecção do trato respiratório inferior, como as pneumonias. Os principais são sintomas são: Febre.Tosse.Dificuldade para respirar.
Como se prevenir do coronavírus (nCoV-2019)? O Ministério da Saúde orienta cuidados básicos para reduzir o risco geral de contrair ou transmitir infecções respiratórias agudas, incluindo o novo coronavírus. Entre as medidas estão: evitar contato próximo com pessoas que sofrem de infecções respiratórias agudas;realizar lavagem frequente das mãos, especialmente após contato direto com pessoas doentes ou com o meio ambiente;utilizar lenço descartável para higiene nasal;cobrir nariz e boca quando espirrar ou tossir;evitar tocar mucosas de olhos, nariz e boca;higienizar as mãos após tossir ou espirrar;não compartilhar objetos de uso pessoal, como talheres, pratos, copos ou garrafas;manter os ambientes bem ventilados;evitar contato próximo a pessoas que apresentem sinais ou sintomas da doença;evitar contato próximo com animais selvagens e animais doentes em fazendas ou criações. Profissionais de saúde devem utilizar medidas de precaução padrão, de contato e de gotículas (mascára cirúrgica, luvas, avental não estéril e óculos de proteção). Para a realização de procedimentos que gerem aerossolização de secreções respiratórias como intubação, aspiração de vias aéreas ou indução de escarro, deverá ser utilizado precaução por aerossóis, com uso de máscara N95.
Como é definido um caso suspeito do coronavírus(nCoV-2019)?Com a amplitude da região de risco, toda a China, pessoas vindas desta localidade nos últimos 14 dias e que apresentem febre e sintomas respiratórios podem ser considerados suspeitos. Os casos suspeitos devem ser mantidos em isolamento enquanto houver sinais e sintomas clínicos. Casos descartados laboratorialmente, independente dos sintomas, podem ser retirados do isolamento. SITUAÇÃO 01SITUAÇÃO 02SITUAÇÃO 03Febre E pelo menos um sinal ou sintoma respiratório (tosse, dificuldade para respirar) E histórico de viagem para área com transmissão local, de acordo com a OMS, nos últimos 14 dias anteriores ao aparecimento dos sinais ou sintomas; OUFebre E pelo menos um sinal ou sintoma respiratório (tosse, dificuldade para respirar) E histórico de contato próximo de caso suspeito para o coronavírus nos últimos 14 dias anteriores ao aparecimento dos sinais ou sintomas; OUFebre OU pelo menos um sinal ou sintoma respiratório (tosse, dificuldade para respirar) E contato próximo de caso confirmado de coronavírus em laboratório, nos últimos 14 dias anteriores ao aparecimento dos sinais ou sintomas.
Qual a diferença entre gripe e o coronavírus(nCoV-2019)?No início da doença, não existe diferença quanto aos sinais e sintomas de uma infecção pelo novo coronavírus em comparação com os demais vírus. Por isso, é importante ficar atento às áreas de transmissão local. Apenas pessoas que tenham sintomas e tenham viajado para Wuhan são suspeitos da infecção pelo coronavírus.
Quais cuidados devo ter se for viajar para a China?Com o aumento do nível de alerta pela Organização Mundial da Saúde (OMS) para alto em relação ao risco global do coronavírus(nCoV-2019), o Ministério da Saúde orienta que viagens para a China devem ser realizadas apenas em casos de extrema necessidade. Essa recomendação vale até que o quadro todo esteja bem definido.
Quais são as orientações para portos e aeroportos?Aumentar a sensibilidade na detecção de casos suspeitos de coronavírus de acordo com a definição de caso. Além disso, reforçar a orientação para notificação imediata de casos suspeitos nos terminais. Outra medida é a elaboração de avisos sonoros com recomendações sobre sinais, sintomas e cuidados básicos. Também é importante intensificar procedimentos de limpeza e desinfecção e utilização de equipamentos de proteção individual (EPI), conforme os protocolos, sensibilizar as equipes dos postos médicos quanto à detecção de casos suspeitos e utilização de EPI e ficar atento para possíveis solicitações de listas de viajantes para investigação de contato. Foram reforçadas as orientações para notificação imediata de casos suspeitos do coronavírus(nCoV-2019) nos pontos de entrada do país, além da intensificação da limpeza e desinfecção nos terminais, como prevê a Anvisa. Para mais informações, clique para ver recomendações da ANVISA
Existe alguma restrição internacional?Com quase três mil casos confirmados, segundo o último boletim da OMS, do dia 27 de janeiro, todo o território chinês passa a ser considerado área de transmissão ativa da doença. Com isso, as pessoas vindas desta localidade nos últimos 14 dias e que apresentem febre e sintomas respiratórios podem ser consideradas casos suspeitos. O Ministério da Saúde vai atualizar as áreas com transmissão local de acordo com as informações da Organização Mundial da Saúde (OMS)
Qualquer hospital pode receber esse paciente?Os casos graves devem ser encaminhados a um Hospital de Referência estadual para isolamento e tratamento. Os casos leves devem ser acompanhados pela Atenção Primária em Saúde e instituídas medidas de precaução domiciliar.
Por quanto tempo a doença pode ficar incubada?A doença pode ficar incubada até duas semanas após o contato com o vírus.
Qual exame detecta essa doença?Para detectar a doença é necessário realizar exames de biologia molecular que detecte o RNA viral. É importante seguir as orientações que estão no boletim em relação aos procedimentos para o diagnóstico laboratorial.
Tive contato com pessoas que vieram da China recentemente? O que devo fazer?Desde o dia 28 de janeiro, pessoas vindas da China nos últimos 14 dias e que apresentarem febre e sintomas respiratórios podem ser consideradas casos suspeitos. Essas pessoas devem procurar o serviço de saúde mais próximo.
Quais cuidados os profissionais de saúde devem ter ao entrar em contato com suspeito?Profissionais devem utilizar medidas de precaução padrão, de contato e de gotículas (máscaras cirúrgica, luvas, aventais não estéreis e óculos de proteção). Para a realização de procedimentos que gerem aerossolização de secreções respiratórias como intubação, aspiração de vias aéreas ou indução de escarro, deverá ser utilizado precaução por aerossóis, com uso de máscara N95.
Como o Brasil está se preparando para atuar em um possível caso do coronavírus (nCoV-2019)?Foto: Luís Oliveira / MS O Ministério da Saúde realiza monitoramento diário da situação junto à Organização Mundial da Saúde (OMS), que acompanha o assunto desde as primeiras notificações de casos em Wuhan, na China, no dia 31 de dezembro de 2019. O Governo Federal brasileiro adotou diversas ações para o monitoramento e o aprimoramento da capacidade de atuação do país diante do episódio ocorrido na China. Entre elas está a adoção das medidas recomendadas pela OMS; a notificação da área de Portos, Aeroportos e Fronteiras da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa); a notificação da área de Vigilância Animal do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA); e a notificação às Secretarias de Saúde dos Estados e Municípios, demais Secretarias do Ministério da Saúde e demais órgãos federais com base em dados oficiais, evitando medidas restritivas e desproporcionais em relação aos riscos para a saúde e trânsito de pessoas, bens e mercadorias. O Ministério da Saúde também instalou o Centro de Operações de Emergência (COE) – coronavírus(nCoV-2019) que tem como objetivo preparar a rede pública de saúde para o atendimento de possíveis casos no Brasil. O COE é composto por técnicos especializados em resposta às emergências de saúde pública. Além do Ministério da Saúde, compõe o grupo a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS/OMS), a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), o Instituto Evandro Chagas (IEC), além de outros órgãos. Desta forma, o país poderá responder de forma unificada e imediata à entrada do vírus em território brasileiro.

Fonte: Ministério da Saúde | https://www.saude.gov.br/saude-de-a-z/coronavirus#transmissao
Coronavírus e novo coronavírus: o que é, causas, sintomas, tratamento e prevenção
Patologias

HPV: o que é, causas, sintomas, tratamento, diagnóstico e prevenção

O que é HPV
O HPV (sigla em inglês para Papilomavírus Humano) é um vírus que infecta pele ou mucosas (oral, genital ou anal), tanto de homens quanto de mulheres, provocando verrugas anogenitais (região genital e no ânus) e câncer, a depender do tipo de vírus. A infecção pelo HPV é uma Infecção Sexualmente Transmissível (IST).

Sinais e Sintomas
A infecção pelo HPV não apresenta sintomas na maioria das pessoas. Em alguns casos, o HPV pode ficar latente de meses a anos, sem manifestar sinais (visíveis a olho nu), ou apresentar manifestações subclínicas (não visíveis a olho nu).

A diminuição da resistência do organismo pode desencadear a multiplicação do HPV e, consequentemente, provocar o aparecimento de lesões. A maioria das infecções em mulheres (sobretudo em adolescentes) tem resolução espontânea, pelo próprio organismo, em um período aproximado de até 24 meses.

As primeiras manifestações da infecção pelo HPV surgem entre, aproximadamente, 2 a 8 meses, mas pode demorar até 20 anos para aparecer algum sinal da infecção. As manifestações costumam ser mais comuns em gestantes e em pessoas com imunidade baixa.

Lesões clínicas: se apresentam como verrugas na região genital e no ânus (denominadas tecnicamente de condilomas acuminados e popularmente conhecidas como “crista de galo”, “figueira” ou “cavalo de crista”). Podem ser únicas ou múltiplas, de tamanhos variáveis, achatadas ou papulosas (elevadas e solidas). Em geral, são assintomáticas, mas podem causar coceira no local. Essas verrugas, geralmente, são causadas por tipos de HPV não cancerígenos.
Lesões subclínicas (não visíveis ao olho nu): podem ser encontradas nos mesmos locais das lesões clínicas e não apresentam sinal/sintoma. As lesões subclinas podem ser causadas por tipos de HPV de baixo e de alto risco para desenvolver câncer.
Podem acometer vulva, vagina, colo do útero, região perianal, ânus, pênis (geralmente na glande), bolsa escrotal e/ou região pubiana. Menos frequentemente, podem estar presentes em áreas extragenitais, como conjuntivas, mucosa nasal, oral e laríngea.

Mais raramente, crianças que foram infectadas no momento do parto podem desenvolver lesões verrucosas nas cordas vocais e laringe (Papilomatose Respiratória Recorrente).

Tratamento
O tratamento das verrugas anogenitais (região genital e no ânus) consiste na destruição das lesões. Independente de realizar o tratamento, as lesões podem desaparecer, permanecer inalteradas ou aumentar em número e/ou volume. Sobre o tratamento:

Deve ser individualizado, considerando características (extensão, quantidade e localização) das lesões, disponibilidade de recursos e efeitos adversos.
São químicos, cirúrgicos e estimuladores da imunidade.
Podem ser domiciliares (autoaplicados: imiquimode, podofilotoxina) ou ambulatoriais (aplicado no serviço de saúde: ácido tricloroacético – ATA, podofilina, eletrocauterização, exérese cirúrgica e crioterapia), conforme indicação profissional para cada caso.
Podofilina e imiquimode não deve ser usada na gestação.
Pessoas com imunodeficiência – as recomendações de tratamento do HPV são as mesmas para pessoas comimunodeficiência, como pessoas vivendo com HIV e transplantadas. Porém, nesse caso, o paciente requer acompahamento mais atento, já que pessoas com imunodeficiência tendem a apresentar pior resposta ao tratamento. O tratamento das verrugas anogenitais não eliminam o vírus, por isso as lesões podem reaparecer. As pessoas infectadas e suas parcerias devem retornar ao serviço, caso identifique novas lesões.

Diagnóstico
O diagnóstico do HPV é atualmente realizado por meio de exames clínicos e laboratoriais, dependendo do tipo de lesão, se clínica ou subclínica.

Lesões clínicas: podem ser diagnosticadas, por meio do exame clínico urológico (pênis), ginecológico (vulva/vagina/colo uterino) e dermatológico (pele).
Lesões subclínicas: podem ser diagnosticadas por exames laboratoriais, como: o exame preventivo Papanicolaou (citopatologia), colposcopia, peniscopia e anuscopia, e também por meio de biopsias e histopatologia para distinguir as lesões benignas das malignas.
Prevenção
Vacina contra o HPV: é a medida mais eficaz para prevenção contra a infeção. A vacina é distribuída gratuitamente pelo SUS e é indicada para:

Meninas de 9 a 14 anos e meninos de 11 a 14 anos;
Pessoas que vivem HIV;
Pessoas transplantadas na faixa etária de 9 a 26 anos;
Mas, ressalta-se que a vacina não é um tratamento, não sendo eficaz contra infecções ou lesões por HPV já existentes.

Exame preventivo contra o HPV: o papanicolau é um exame ginecológico preventivo mais comum para identificar de lesões precursoras do câncer do colo do útero. Esse exame ajuda a detectar células anormais no revestimento do colo do útero, que podem ser tratadas antes de se tornarem câncer. O exame não é capaz de diagnosticar a presença do vírus, no entanto, é considerado o melhor método para detectar câncer de colo do útero e suas lesões precursoras.

Quando essas alterações que antecedem o câncer são identificadas e tratadas, é possível prevenir 100% dos casos, por isso é muito importante que as mulheres façam o exame de Papanicolaou regularmente.

Preservativo: o uso do preservativo (camisinha) masculino ou feminino nas relações sexuais é outra importante forma de prevenção do HPV. Contudo, seu uso, apesar de prevenir a maioria das IST, não impede totalmente a infecção pelo HPV, pois, frequentemente as lesões estão presentes em áreas não protegidas pela camisinha (vulva, região pubiana, perineal ou bolsa escrotal). A camisinha feminina, que cobre também a vulva, evita mais eficazmente o contágio se utilizada desde o início da relação sexual.

Fonte: Ministério da Saúde – https://saude.gov.br/saude-de-a-z/hpv
HPV: o que é, causas, sintomas, tratamento, diagnóstico e prevenção
Patologias

Depressão Pós Parto

O que é depressão pós-parto?
A depressão pós-parto é uma condição de profunda tristeza, desespero e falta de esperança que acontece logo após o parto. Raramente, a situação pode se complicar e evoluir para uma forma mais agressiva e extrema da depressão pós-parto, conhecida como psicose pós-parto.

A depressão pós-parto traz inúmeras consequências ao vínculo da mãe com o bebê, sobretudo no que se refere ao aspecto afetivo. A literatura cita efeitos no desenvolvimento social, afetivo e cognitivo da criança, além de sequelas prolongadas na infância e adolescência.

Depressão pós-parto não é uma falha de caráter ou uma fraqueza. Se você tem depressão pós-parto, o tratamento imediato pode ajudar a gerir os seus sintomas e desfrutar de seu bebê.IMPORTANTE: Até então, achava-se que apenas as mulheres eram atingidas pela depressão pós-parto. No entanto, os avanços nos estudos têm comprovado que homens também podem desenvolver o problema.

O que causa a depressão pós-parto?
Não existe uma única causa conhecida para depressão pós-parto. Ela pode estar associada a fatores físicos, emocionais, estilo e qualidade de vida, além de ter ligação, também, com histórico de outros problemas e transtornos mentais. No entanto, a principal causa da depressão pós-parto é o enorme desequilíbrio de hormônios em decorrência do término da gravidez.

Outros fatores que podem causar ou ajudar a provocar a depressão pós-parto:

Privação de sono.
Isolamento.
Alimentação inadequada.
Sedentarismo.
Falta de apoio do parceiro.
Falta de apoio da família.
Depressão, ansiedade, estresse ou outros transtornos mentais.
Vício em crack, álcool ou outras drogas.
No caso dos homens, a depressão pós-parto pode surgir por conta da preocupação com sua própria capacidade de educar um recém-nascido. A ansiedade em prover uma boa vida para a criança, o aumento das responsabilidades e o suporte que se deve dar ao parceiro(a) estão entre as causas do problema.

Quais são as complicações da depressão pós-parto?
A mulher que está em depressão pós-parto, normalmente, amamenta pouco e não cumpre o calendário vacinal dos bebês. As crianças, por sua vez, têm maior risco de apresentar baixo peso e transtornos psicomotores, além de outros problemas de saúde.

Os custos emocionais ligados à depressão pós-parto fazem com que a mãe interaja menos com a criança. Da mesma forma, sintomas como irritabilidade, choro frequente, sentimentos de desamparo e desesperança, diminuição da energia e motivação, desinteresse sexual, transtornos alimentares e do sono, ansiedade e sentimentos de incapacidade de lidar com situações novas são emocionalmente potencializadas.

Se não for tratada corretamente e de forma imediata, a depressão pós-parto pode interferir negativamente o vínculo entre mãe-filho e causar problemas familiares, muitos deles irreverssíveis. Filhos de mães que têm depressão pós-parto não tratada são mais propensos a ter problemas de comportamento, como dificuldades para dormir e comer, crises de birra e hiperatividade. Os atrasos no desenvolvimento da linguagem são mais comuns também.

A depressão pós-parto, se não tratada adequadamente, pode durar meses e até tornar-se em um distúrbio depressivo crônico. Mesmo quando tratada, depressão pós-parto aumenta o risco de futuros episódios depressivos, o que demanda um acompanhamento periódico da saúde mental da pessoa.

É importante atentar que, em casos mais graves, a depressão pós-parto pode levar ao suicídio.

Quais são os fatores de risco para depressão pós-parto?
Existem alguns fatores de risco que podem aumentar o surgimento de depressão pós-parto. Por isso, atente-se se você se enquadra em alguma das situações abaixo e procure atendimento médico.

Histórico de depressão pós-parto anterior.
Falta de apoio da família, parceiro e amigos.
Estresse, problemas financeiros ou familiares.
Falta de planejamento da gravidez.
Limitações físicas anteriores, durante ou após o parto.
Depressão antes ou durante a gravidez.
Depressão anterior.
Transtorno bipolar.
Histórico familiar de depressão ou outros transtornos mentais.
História de desordem disfórica pré-menstrual (PMDD), que é a forma grave de tensão pré-menstrual (TPM).
Violência doméstica.

Quais são os sintomas da depressão pós-parto?
Os sintomas típicos da depressão pós-parto são melancolia intensa/desmedida, desmotivação profunda diante da vida, ausência de forças para lidar com a rotina e muita tristeza, acompanhada de desespero constante.

Além disso, se você apresentar os sinais abaixo também pode estar com depressão pós-parto:

Perda de interesse ou prazer em atividades diárias.
Perda de interesse ou prazer em atividades/coisas/pessoas que antes gostava.
Pensamento na morte ou suicídio.
Vontade súbita de prejudicar ou fazer mal ao bebê.
Perda ou ganha de peso.
Vontade de comer mais ou menos do que o habitual.
Dormir muito ou não dormir o suficiente.
Insônia.
Inquietação e indisposição constante.
Cansaço extremo.
Sentimento de indignação ou culpa.
Dificuldade de concentração e tomada de decisões.
Ansiedade e excesso de preocupação.
A psicose pós-parto é a condição grave mais susceptível de afetar as mulheres que têm distúrbio bipolar ou histórico de psicose pós-parto. Os sintomas, que começam geralmente durante as primeiras três semanas após o parto, incluem:

Desconexão com o bebê e pessoas ao redor.
Sono perturbado, mesmo quando o bebê está dormindo.
Pensamento confuso e desorganizado.
Vontade extrema de prejudicar/fazer mal ao o bebê, a si mesma ou a qualquer pessoa.
Mudanças drásticas de humor e comportamento.
Alucinações, que podem ser visuais, auditivas ou olfativas.
Pensamentos delirantes e irreais.
Como é feito o diagnóstico da depressão pós-parto?
O diagnóstico da depressão pós-parto é basicamente clínico, feito com observação nos sintomas e situação em específicos. Esse transtorno é considerado um subtipo de depressão maior.

Para ser considerada depressão pós-parto, os sintomas devem surgir até quatro semanas após o nascimento da criança. Durante avaliação clínica individual, conforme cada caso, o médico psiquiatra pode diagnosticar a depressão pós-parto, a depressão ou outro tipo de trasntorno mental que tenha sintomas semelhantes.

Além disso, para distinguir entre um caso de curto prazo e uma forma mais grave de depressão, o profissional de saúde especializado (psiquiatra) pode pedir para você preencher um questionário de triagem de depressão e pedir exames de sangue para determinar se há presença de alguma disfunção da tireóide ou outros tipos de hormônios no organismo.IMPORTANTE: Se há histórico pessoal de depressão, depressão pós-parto, psicose pós-parto ou transtorno bipolar, é importante acompanhar com o médico de perto antes mesmo dos sintomas começarem.



Como é feito o tratamento da depressão pós-parto?
O tratamento da depressão pós-parto é feito individualmente, conforme cada caso, com medicamentos antidepressivos combinados com psicoterapia. O aconselhamento e apoio da família, parceiro(a) e amigos é fundamental, pois ajuda a tratar e a prevenir depressão, depressão pós-parto e depressão durante a gravidez.

Para o tratamento ser eficaz, é recomendado que ambos os pais participem de todo o processo. Existem, também, psiquiatras e psicólogos especializados no tratamento de depressão pós-parto. Todo o tratamento é oferecido de forma integral e gratuita por meio do Sistema Único de Saúde (SUS).

Conforme cada situação, também podem ser recomendados:

Presença de um(a) babá durante meio período ou tempo integral.
Exercícios para fortalecer os laços entre paciente e bebê.
Terapia hormonal.
No caso de psicose pós-parto, é necessário, também, tratamento imediato, muitas vezes hospitalar. Quando a segurança da paciente está garantida, uma combinação de medicamentos – como antidepressivos, antipsicóticos e estabilizadores de humor – pode ser usado para controlar os sintomas. Às vezes, a eletroconvulsoterapia é recomendada também. O tratamento para a psicose pós-parto pode afastar a mãe do bebê por muito tempo e tornar a amamentação difícil e alguns medicamentos utilizados para tratar a psicose pós-parto não são recomendados para mulheres que estejam amamentando.

No Sistema Único de Saúde (SUS), os profissionais são capacitados para identificar, no pré-natal, sinais e fatores de risco que podem levar a gestante a desenvolver depressão após o nascimento do bebê. As equipes de Saúde da Família podem solicitar o apoio matricial dos profissionais de saúde mental, por intermédio do Núcleos de Apoio à Saúde da Família (Nasf) ou de outras equipes de saúde mental do município.

Alguns casos considerados mais graves, que precisem de um cuidado intensivo, devem ser encaminhados aos Centros de Atenção Psicossocial (Caps) ou outros serviços de referência em saúde mental do município ou da região. Os casos que apresentem riscos, como de suicídio ou de infanticídio, devem ser encaminhados para a internação, de preferência em hospital geral.

IMPORTANTE: Toda mulher que dá à luz pelo SUS é acompanhada em seu puerpério pela Estratégia Saúde da Família, independentemente de ter sintomas ligado à depressão. Toda mulher tem direito a receber tratamento gratuito pelo SUS, independentemente do local onde o pré-natal e o parto foram realizados, assim como esse direito também é assegurado a qualquer cidadão que necessite de tratamento relacionado a depressão.

Como prevenir a depressão pós-parto?
A melhor forma de prevenir a depressão pós-parto é cuidado de si mesma e da saúde mental. Entre as condutas a serem tomadas estão:


Peça ajuda de outras pessoas para que você consiga dormir bem, manter uma alimentação saudável, fazer exercício físico e receber apoio na medida do possível.
Arranje tempo de qualidade para si mesma(o).
Matenha pensamentos positivos, sempre!
Evite o isolamento.
Fique longe de cafeína, álcool e outras drogas ou medicamentos, a menos que recomendado pelo seu médico.
Se você está preocupado com a depressão pós-parto, faça seu primeiro check-up pós-natal o mais breve possível após o parto.
Fonte: Ministério da Saúde | https://saude.gov.br/saude-de-a-z/saude-mental/depressao-pos-parto
Depressão Pós Parto
Patologias

Câncer de mama: sintomas, tratamentos, causas e prevenção

O que é câncer de mama?
Câncer de mama é o tipo de câncer mais comum entre as mulheres no mundo e no Brasil, depois do câncer de pele não melanoma. O câncer de mama responde, atualmente, por cerca de 28% dos casos novos de câncer em mulheres. O câncer de mama também acomete homens, porém é raro, representando menos de 1% do total de casos da doença. Relativamente raro antes dos 35 anos, acima desta idade sua incidência cresce progressivamente, especialmente após os 50 anos. Estatísticas indicam aumento da sua incidência tanto nos países desenvolvidos quanto nos em desenvolvimento. Existem vários tipos de câncer de mama. Alguns evoluem de forma rápida, outros, não. A maioria dos casos tem bom prognóstico.

Para o ano de 2018, foram estimados 59.700 novos casos de câncer de mama no Brasil. ATENÇÃO: As informações neste portal pretendem apoiar e trazer informações úteis sobre o câncer de mama, mas não substituem a consulta médica. Em casos de suspeita, procure sempre uma avaliação pessoal com um médico da sua confiança.

Quais sintomas do câncer de mama?
O sintoma mais comum de câncer de mama é o aparecimento de nódulo, geralmente indolor, duro e irregular, mas há tumores que são de consistência branda, globosos e bem definidos. Outros sinais de câncer de mama são:

edema cutâneo (na pele), semelhante à casca de laranja;
retração cutânea;
dor;
inversão do mamilo;
hiperemia;
descamação ou ulceração do mamilo;
secreção papilar, especialmente quando é unilateral e espontânea.
A secreção associada ao câncer geralmente é transparente, podendo ser rosada ou avermelhada devido à presença de glóbulos vermelhos. Podem também surgir linfonodos palpáveis na axila.

Esses sinais e sintomas devem sempre ser investigados, porém podem estar relacionados a doenças benignas da mama.
A postura atenta das mulheres em relação à saúde das mamas, que significa conhecer o que é normal em seu corpo e quais as alterações consideradas suspeitas de câncer de mama, é fundamental para a detecção precoce dessa doença.
Como prevenir o câncer de mama?

A prevenção do câncer de mama não é totalmente possível em função da multiplicidade de fatores relacionados ao surgimento da doença e ao fato de vários deles não serem modificáveis. De modo geral, a prevenção baseia-se no controle dos fatores de risco e no estímulo aos fatores protetores, especificamente aqueles considerados modificáveis.

Os principais fatores de risco comportamentais relacionados ao desenvolvimento do câncer de mama são: excesso de peso corporal, falta de atividade física e consumo de bebidas alcoólicas.

Estima-se que por meio da alimentação, nutrição e atividade física é possível reduzir em até 28% o risco de a mulher desenvolver câncer de mama. Controlar o peso corporal e evitar a obesidade, por meio da alimentação saudável e da prática regular de exercícios físicos, e evitar o consumo de bebidas alcoólicas são recomendações básicas para prevenir o câncer de mama. A amamentação também é considerada um fator protetor.

A terapia de reposição hormonal (TRH), quando estritamente indicada, deve ser feita sob rigoroso controle médico e pelo mínimo de tempo necessário.

→ Faça download da nossa cartilha, com todas as informações e orientações para prevenção do câncer de mama
A amamentação também ajuda a prevenir o câncer de mama. Ouça o áudio abaixo e descubra como.

IMPORTANTE: O controle do câncer de mama é prioridade da agenda de saúde no Brasil. A perspectiva atual do Sistema Único de Saúde é impulsionar a organização das redes regionalizadas de atenção à saúde para garantir a detecção precoce, a investigação diagnóstica e o tratamento oportuno, reduzindo o número de casos de doença avançada e a mortalidade pela doença. A prevenção deve ser também valorizada por meio da informação e de oportunidades para a adoção de práticas mais saudáveis.Quais os principais fatores de risco para o câncer de mama?

Qual o tratamento para o câncer de mama?
Para o tratamento de câncer de mama, o Sistema Único de Saúde (SUS) oferece todos os tipos de cirurgia, como mastectomias, cirurgias conservadoras e reconstrução mamária, além de radioterapia, quimioterapia, hormonioterapia e tratamento com anticorpos.

A lei nº 12.732, de 2012, estabelece que o paciente com neoplasia maligna tem direito de se submeter ao primeiro tratamento no SUS, no prazo de até 60 dias a partir do dia em que for firmado o diagnóstico em laudo patológico ou em prazo menor, conforme a necessidade terapêutica do caso.

É importante reforçar que, para que o prazo da lei seja garantido a todo usuário do SUS, é necessária uma parceria direta dos gestores locais, responsáveis pela organização dos fluxos de atenção. Estados e municípios possuem autonomia para organizar a rede de atenção oncológica e o tempo para realizar diagnóstico depende da organização e regulação desses serviços.

O tratamento do câncer de mama é feito por meio de uma ou várias modalidades combinadas. O médico vai escolher o tratamento mais adequado de acordo com a localização, o tipo do câncer e a extensão da doença.

O Instituto Nacional do Câncer (INCA) é o órgão do Ministério da Saúde responsável pelo tratamento oncológico por meio do Sistema Único de SaúdeComo fazer a detecção precoce para o câncer de mama?

→ Catálogo da Exposição A Mulher e o Câncer de Mama no Brasil
Cuidados paliativos no tratamento do câncer de mama
Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), “Cuidados Paliativos consistem na assistência promovida por uma equipe multidisciplinar, que objetiva a melhoria da qualidade de vida do paciente e seus familiares, diante de uma doença que ameace a vida, por meio da prevenção e alívio do sofrimento, por meio de identificação precoce, avaliação impecável e tratamento de dor e demais sintomas físicos, sociais, psicológicos e espirituais”. Dessa forma, os cuidados paliativos devem incluir as investigações necessárias para o melhor entendimento e manejo de complicações e sintomas estressantes tanto relacionados ao tratamento quanto à evolução da doença. Apesar da conotação negativa ou passiva do termo, a abordagem e o tratamento paliativo devem ser eminentemente ativos, principalmente em pacientes portadores de câncer em fase avançada, onde algumas modalidades de tratamento cirúrgico e radioterápico são essenciais para alcance do controle de sintomas. Considerando a carga devastadora de sintomas físicos, emocionais e psicológicos que se avolumam no paciente com doença terminal, faz-se necessária a adoção precoce de condutas terapêuticas dinâmicas e ativas, respeitando-se os limites do próprio paciente frente a sua situação de incurabilidade.

A abordagem dos Cuidados Paliativos para o câncer de mama segue os princípios gerais dos Cuidados Paliativos, que são:
Fornecer alívio para dor e outros sintomas estressantes como astenia, anorexia, dispnéia e outras emergências oncológicas.
Reafirmar vida e a morte como processos naturais.
Integrar os aspectos psicológicos, sociais e espirituais ao aspecto clínico de cuidado do paciente.
Não apressar ou adiar a morte.
Oferecer um sistema de apoio para ajudar a família a lidar com a doença do paciente, em seu próprio ambiente.
Oferecer um sistema de suporte para ajudar os pacientes a viverem o mais ativamente possível até sua morte.
Usar uma abordagem interdisciplinar para acessar necessidades clínicas e psicossociais dos pacientes e suas famílias, incluindo aconselhamento e suporte ao luto.
O INCA oferece Cuidados Paliativos aos pacientes oncológicos atendidos em suas Unidades Hospitalares no Rio de Janeiro, por meio de Unidade Especializada denominada Hospital do Câncer IV. O HC IV é também espaço de ensino e pesquisa sobre Cuidados Paliativos e promove debates e articulação em rede para expansão desta área na política de saúde do Brasil.
Como é feito o diagnóstico para o câncer de mama?
Um nódulo ou outro sintoma suspeito nas mamas deve ser investigado para confirmar se é ou não câncer de mama. Para a investigação, além do exame clínico das mamas, exames de imagem podem ser recomendados, como mamografia, ultrassonografia ou ressonância magnética. A confirmação diagnóstica só é feita, porém, por meio da biópsia, técnica que consiste na retirada de um fragmento do nódulo ou da lesão suspeita por meio de punções (extração por agulha) ou de uma pequena cirurgia. O material retirado é analisado pelo patologista para a definição do diagnóstico.

A detecção precoce é uma forma de prevenção secundária e visa a identificar o câncer de mama em estágios iniciais. Existem duas estratégias de detecção precoce: o diagnóstico precoce e o rastreamento. O objetivo do diagnóstico precoce é identificar pessoas com sinais e sintomas iniciais da doença, primando pela qualidade e pela garantia da assistência em todas as etapas da linha de cuidado da doença.

O diagnóstico precoce, portanto, é uma estratégia que possibilita terapias mais simples e efetivas, ao contribuir para a redução do estágio de apresentação do câncer. Assim, é importante que a população em geral e os profissionais de saúde reconheçam os sinais de alerta dos cânceres mais comuns, passíveis de melhor prognóstico se descobertos no início. A maioria dos cânceres é passível de diagnóstico precoce mediante avaliação e encaminhamento após os primeiros sinais e sintomas.

Já o rastreamento é uma ação dirigida à população sem sintomas da doença, que tem o intuito de identificar o câncer em sua fase pré-clínica. Atualmente, apenas há a indicação de rastreamento aos cânceres de mama e do colo do útero.

O que é a reconstrução mamária?
O procedimento de reconstrução mamária, por meio do Sistema Único de Saúde (SUS), é oferecido apenas para mulheres com câncer que tiveram que retirar a(s) mama(s) ou parte(s) dela(s). Dessa forma, a rede pública de saúde oferece integral e gratuitamente os procedimentos de recuperação pós-mastectomia.

A reconstrução mamária deve ser feita de acordo com a possibilidade clínica e preferência da mulher. A orientação, conforme previsto na Lei nº 12.802, é que a cirurgia de reconstrução, prioritariamente, seja realizada na retirada da mama. No entanto, de acordo com a própria legislação, quando não houver indicação clínica para realização dos dois procedimentos ao mesmo tempo, a paciente será encaminhada para acompanhamento e terá garantida a realização da cirurgia após alcançar as condições clínicas necessárias. Essa é uma medida de segurança e bem estar, adotada ou não conforme cada caso.

Sendo assim, cabe à equipe médica responsável pela paciente avaliar se é possível realizar os dois procedimentos no mesmo ato cirúrgico. A decisão é tomada com base em diversos fatores, como a condição da área afetada para evitar infecção ou rejeição da prótese e a vontade da própria paciente. Em alguns casos, é necessária a radioterapia ou quimioterapia antes da reconstrução mamária ser realizada.

Fonte: Ministério da Saúde | https://saude.gov.br/saude-de-a-z/cancer-de-mama
Câncer de mama: sintomas, tratamentos, causas e prevenção
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SBC tem participação importante em recuo da Anvisa sobre sibutramina

A Sociedade Brasileira de Cardiologia [ SBC] foi um dos atores principais na audiência pública que fez a Anvisa reconsiderar a decisão de vetar a sibutramina e outras drogas para emagrecimento, sem ouvir as sociedades médicas sobre a necessidade do medicamento para tratar de seus pacientes.
Na Audiência Pública, considerada histórica, a SBC foi representada por Lázaro Miranda que, para levar a posição da entidade, consultou o Departamento de Aterosclerose, o presidente Jorge Ilha e o presidente futuro, Jadelson Andrade. “A importância do nosso pronunciamento decorre do fato de que como o cardiologista não receita as drogas que se discutia, não há quaisquer conflitos de interesse”, explica Lázaro.

A posição da SBC é que, como órgão regulador, cabe à Anvisa discutir o uso, mas é vital que as decisões não sejam tomadas a portas fechadas, mas que seja ouvido o médico que trata o paciente. Disse que o interesse da SBC é grande já que a obesidade é risco cardíaco e uma das recomendações constantes do cardiologista é que seus pacientes evitem sobrepeso e obesidade.

Ora, continua Lázaro Miranda, sem ouvir as sociedades médicas, o que só foi feito após a repercussão da “Nota Técnica” na imprensa, a Anvisa baseou-se em um estudo “Scout” europeu e com pacientes cardiopatas e hipertensos, exatamente os que, pela bula do medicamento, não devem ter a droga prescrita. “No universo pesquisado era de esperar até número maior de complicações”, afirma o médico, para quem o estudo em questão não resiste ao rigor exigido da medicina baseada em evidências.

Em resumo, a posição da SBC foi no sentindo de “manter os anorexígenos de ação central, inclusive a sibutramina”; implementar a regulação da prescrição só para quem pode tomar e apresenta boa resposta em três meses”, “que a Anvisa sempre busque as Sociedades de Especialidades para assessoramento, deixando de tomar decisões unilaterais” , e “que o paciente seja visto como o único foco e beneficiário da questão, não podendo ficar órfão da medicação

O jornal O Estado de S.Paulo, que divulgou o recuo da Anvisa e a decisão de amplo debate do assunto, ressaltou a intervenção do representante da Sociedade Brasileira de Cardiologia, citando a frase em que, após sua exposição insistiu para que “essa queda de braço entre o órgão regulador e as sociedades médicas tem que acabar” e que ”a SBC entende que o debate deve continuar, mas sempre com participação de especialistas”.

ENDOCRINOLOGISTAS TAMBÉM CRITICAM POSIÇÃO DA ANVISA



A Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia e a Associação para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica manifestaram total contrariedade à possibilidade de restrição dos medicamentos que combatem a obesidade. Para as duas entidades, não há nenhuma dúvida que muitas vezes as medicações contra obesidade fazem a diferença entre o indivíduo estar obeso doente e tornar-se um paciente são.

“Recentemente elaboramos a atualização das Diretrizes para tratamento Farmacológico da Obesidade, que foi avaliada e aprovada pela comissão das Diretrizes da Associação Médica Brasileira. O objetivo da Diretriz é fornecer elementos para que o médico possa tratar o paciente obeso com as medicações atualmente disponíveis no mercado, fundamentado em medicina baseada em evidências. Os graus de recomendação, as avaliações de benefício/risco estão muito claros nesse documento, sendo responsabilidade do médico a escolha correta da medicação”, informaram as duas entidades.

PUBLICAÇÃO FEITA NO JORNAL SBC ANO XVIII – NÚMERO 105/ Abril 2011

Publicação mensal da –Sociedade Brasileira de Cardiologia – www.cardiol.br

“Os profissionais médicos estão sendo defendidos APENAS pela Sociedade Brasileira de Cardiologia e Endocrinologia, contra a atitude obsessiva da Anvisa em proibir medicamentos para emagrecimento, sendo que a sibutramina quando ficou 10 anos no mercado sob patente [ exclusividade] não foi criticada, mas há 3 anos quando perdeu a patente passou a fazer parte de ataques em rede nacional de TV e criticada pela Anvisa.”
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Inibidores de Apetite

O CFM [Conselho Federal de Medicina] está atento às ações da Agência Nacional de Vigilância Sanitária [ANVISA], que ameaça proibir a venda de medicamentos anorexígenos no país. A entidade avalia a possibilidade de recorrer à Justiça para manter o direito de médico e pacientes usarem esses produtos no enfrentamento de casos de obesidade.

Na avaliação da entidade, ao impedir a venda dos inibidores de apetite a agência causa sérios problemas para a saúde dos brasileiros.

Os dados do Ministério da Saúde são alarmantes e confirmam um quadro de epidemia de obesidade no país.

Sem o auxílio da medicação, os profissionais suspeitam que seja ainda mais difícil atuar de forma efetiva para reduzir o peso corporal dos pacientes, sobretudo os que têm IMC superior a 30 ou obesidade mórbida instalada.

Nessas situações, apenas a prática de exercícios e a reeducação alimentar não seriam suficientes, sendo a prescrição de inibidores importante para o sucesso do tratamento, especialmente em sua etapa inicial.

“A medida da Anvisa é preocupante pelos desdobramentos que pode gerar . Em primeiro lugar, muitos pacientes podem perder a luta contra a obesidade por não contarem com o auxílio da medicação. Em segundo, porque ela contribuirá para a formação de um mercado paralelo desse tipo de drogas”, alerta o conselheiro Desiré Carlos Callegari.

Para Callegari, a Anvisa também fere a autonomia dos médicos e dos pacientes de escolherem as opções terapêuticas válidas para enfrentar problemas de saúde. Em lugar da simples proibição, o CFM defende a criação de mecanismos de fiscalização pela agência, como os que existem para o controle de antibióticos.

PUBLICAÇÃO OFICIAL DO CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA
SGAS 915, Lote 72, Brasília-DF CEP 70 390-150

“Mas a Anvisa já está ferindo a autonomia dos médicos e a liberdade dos pacientes de escolherem as opções terapêuticas válidas, para enfrentarem os problemas de saúde.

Ao proibir os médicos de prescreverem os anorexígenos e substâncias que auxiliam no emagrecimento, a Anvisa não só está desrespeitando O CÓDIGO DE ÉTICA MÉDICA INTERFERINDO NA AUTONOMIA DA CONDUTA MÉDICA, a população brasileira, o Conselho Federal de Medicina , A Sociedade Brasileira de Cardiologia e de Endocrinologia, como não está demonstrando nenhum interesse em cooperar com a realidade atual: o crescimento acelerado da obesidade na população.

Este órgão não está sensível aos transtornos orgânicos, físicos e psicológicos que a doença obesidade pode causar às pessoas como a arterioesclerose, artrose, aterosclerose, infarto agudo do miocárdio, insuficiência cardíaca, aumento do colesterol e triglicérides, diabetes, insuficiência renal, baixa da auto-estima, depressão, transtornos sexuais, dificuldade nos relacionamentos interpessoais, dentre vários outros problemas de saúde.

Tudo isso pode ser evitado se o paciente receber um tratamento eficaz contra a obesidade e acompanhamento periódico do seu médico.

Mas a Anvisa à algum tempo, vem proibindo as substâncias disponíveis utilizadas no auxílio à reeducação alimentar, alegando somente os possíveis efeitos colaterais destas substâncias e não considerando os benefícios que superam, e muito, esses efeitos”

DR. JOÃO ROCHA NETO 09-09-2011
Inibidores de Apetite
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Moderadores de Apetite

Há cerca de 30 anos foram proibidos o uso dos moderadores de apetite – FENFLURAMINA E DEXFENFLURAMINA – no mercado brasileiro, sob alegação de causar valvulopatia cardíaca e hipertensão pulmonar. Porém, ainda não existe comprovação desses efeitos.

Alguns anos após a proibição, foi lançado no mercado brasileiro a SIBUTRAMINA, patenteada com o nome de REDUCTIL, que foi a sensação no tratamento de emagrecimento durante 10 anos, e era comercializada em receita branca (comum), permitindo até 120 comprimidos por receita e tomada 02 vezes ao dia.

Após a queda da patente, a SIBUTRAMINA passou a ser comercializada por várias indústrias e farmácias de manipulação e foi determinado pela instituição competente que a receita fosse AZUL B. Posteriormente, os outros moderadores: ANFEPRAMONA FENOPROPOREX E MAZINDOL também foram proibidos com alegações duvidosas. Esta decisão defronta com os profissionais que têm como objetivo prevenir várias patologias causadas pela obesidade e também com o anseio popular.

Os nossos representantes legais no Congresso decidiram pelo retorno dos MODERADORES alegando que seus benefícios são infinitamente superiores aos efeitos colaterais, que são contornáveis. Entretanto, oórgão regulador não liberou a comercialização desses medicamentos que estavam no mercado brasileiro há aproximadamente 60 anos.

Assim sendo, questiona-se: um medicamento que permaneceu no mercado brasileiro há tanto tempo necessita de trabalho científico para comprovar sua eficácia ?

Até que ponto a decisão do Congresso é revestida de legalidade ?

Quais as justificativas e fundamentos científicos apresentaram para essa tomada de decisão? Após a proibição dos moderadores de apetite, a SIBUTRAMINA passou a ser controlada por meio do receituário AZUL B2 e com redução da prescrição para apenas 30 cápsulas por mês para cada paciente, o que é insuficiente, porque esse medicamento necessita ser tomado 2 vezes ao dia.

Poucos pacientes sabem que a receita AZUL B2 é controlada , sendo liberada apenas 400 folhas de receita de 4 em 4 meses, o que é inviável para o trabalho do médico. Essa deliberação está interferindo na conduta do profissional médico, mas a responsabilidade do tratamento continua a ser somente do médico assistente.

Coincidentemente, após essas proibições, são lançadas outras drogas patenteadas e, quando isso não ocorre após a perda da patente, os critérios se alteram.

O médico estuda por vários anos, e detêm conhecimento científico suficiente para saber se seus pacientes (individualmente) podem ou precisam usar inibidores devido aos distúrbios hormonais, metabólicos, etc. Sob essa ótica a autonomia do médico na prescrição e indicação da terapêutica deve ser preservada, sem interferências de terceiros .

Outros órgãos que não foram capacitados para estudar o complexo corpo humano, bem como o seu funcionamento, vêm sobrepor a um ato médico, desconhecendo a relação de causa-efeito desses moderadores e outras substâncias afins.

É lícito invadir o espaço do profissional médico que se dedica a anos de pesquisa e prática e que detêm grande experiência em sua área específica?

Desfavoravelmente, este é o Brasil, em que instituições burocráticas e reguladoras ,formadas com outros interesses, estão cada vez mais ditando regras, impondo condições sobre os profissionais da saúde e, desconsiderando a ética e os princípios científicos que regem a Medicina.

Belo Horizonte, 17 de fevereiro de 2015.

Dr. João Rocha Neto.
Moderadores de Apetite
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Consequências e Tratamento​

Tratamento com a prática da ciência ortomolecular
O sexo feminino intensifica a produção estrogênica na puberdade, quando aprimora os caracteres feminino.
O estrogênio tem receptores em órgão sexual , bexiga, mama, pele, ossos, coronárias, fígado e cérebro para um funcionamento celular normal.
É primordial para manter a elasticidade da pele, controlar a temperatura do organismo, proteger as artérias, estabilizar o tecido ósseo inibindo as células osteoclásticas e aumentando as células osteoblásticas, que são células jovens.
No climatério normalmente após os 40 anos, a mulher pode passar a ter sintomas como ondas de calor, sudorese, palpitações, parestesias distais, astenia, modificações nas estruturas dos tecidos, principalmente na pele, órgão sexual e outros órgãos; fadiga, alteração da libido, frigidez, alterações mamárias e fatores que também podem estar associados principalmente às deficiências dos processos hormonais. Em alguns estudos foram verificados um aumento na incidência de desenvolvimento de demência senil por pacientes deficitárias em estrogênio.

A menopausa não é uma doença, mas uma alteração fisiológica que acontece a medida que a longevidade da mulher é obtida, praticamente formando a terceira parte de sua vida. Na menopausa os ovários atrofiam e param de produzir estrogênio, mas outros órgãos assumem a produção de alguma quantidade de estrogênio em torno de 15%.

A avaliação na menopausa é feita com objetivo de verificar os níveis hormonais principalmente, estrogênio, progesterona, testosterona e DHEA.
Podemos definir os déficits provocados pela ausência ou excesso de vitaminas, aminoácidos, ácidos graxos e principalmente minerais, cujos excessos ou faltas poderão determinar diferentes tipos de desequilíbrio no organismo, sobretudo para associar o efeito estrogênico em pacientes com risco cardiovascular, déficit da memória e redução cerebral, assim como a profilaxia de osteoporose.

O organismo vive em equilíbrio com o estrogênio e testosterona dentro de uma PROPORCIONALIDADE, através da enzima AROMATASE agindo fisiologicamente no equilíbrio do estrogênio e testosterona. Também é muito importante inibir o processo oxidativo, protegendo todo sistema celular das agressões dos radicais livres.

Na menopausa a redução da produção de estrogênio altera o equilíbrio proporcional com a testosterona, causando lesão no DNA, acelerando a multiplicação celular, e instalando o processo cancerígeno. A reposição hormonal pode alterar a proporção
entre estrogênio e testosterona, lesando o DNA, acelerando a multiplicação celular desordenada, dando origem aos tumores malignos.

O estrogênio estimula a divisão celular e se houver falha nessa divisão, o risco de câncer aumenta, além disso o estrogênio ajuda algumas células do câncer de mama a crescer quando o tumor já está presente.
( Este é o motivo de usar bloqueadores da aromatase, ou seja bloquear o estrogênio nas mulheres que estão em tratamento de câncer de mama, confirmando seu efeito cancerígeno .)
A reposição do hormônio estrogênio na menopausa faz aumentar a multiplicação celular e reduzir os telômeros, causando o envelhecimento mais rápido e possível instalação do câncer de mama, endométrio, trombose, dentre outros.

A prática da ciência ortomolecular pode modular os níveis de estrogênio bloqueando a AROMATASE que é responsável pela conversão da testosterona em estradiol.
Os metabólitos estrogênicos, 16 – alfa – hidroxiestrona e 4 – hidroxiestrona, são considerados responsáveis pelos possíveis efeitos carcinogênicos dos estrogênios,, mas com uso dos glicosinolatos beta tioglicosídeos e N – hidroxisulfatos transforma o estrogênio no metabolito 2 – HIDROXIESTRONA que tem demostrado atividade protetora contra vários tipos de câncer, incluindo câncer de mama, figado, cervical, pulmão e próstata, por aumentar a proporção de 2 – hidroxiestrona em relação a 4 e 16 – alfa – hidroxiestrona.

Os glicosinolatos aumentam a 2 – hidroxilação de estrogênio e inibe a 4 e 16 hidroxilação do estradiol modulando o metabolismo estrogênico. Seu efeito anticancerígeno é através da estimulação da expressão gênica do receptor 1 Gama Interferon. (Carcinogênesis vol, 25 no 7 pp. 1119 -1128, 2004)

Dr. João Rocha Neto
Dra. Simone Marcucci Rocha
Consequências e Tratamento​
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Saúde dos paciente


Dr joão rocha neto
A medicina integrativa molecular abrange todas às moléculas do organismo.
O tratamento é humanizado pois trata o paciente como um todo ; clínico, físico e emocional a nível molecular, sendo abrangente na prevenção de doenças, retardando o envelhecimento, além de controlar as doenças já instaladas, eliminando o excesso de radicais livres.
O excesso de peso nem sempre é por sedentarismo, pois pode haver várias causas, como o desequilíbrio hormonal da menopausa, deficiência na tireoide, sono, estresse, genética, entre outros. No diagnóstico das possíveis causas do ganho de peso, faremos o tratamento das alterações, hormonais/moleculares/celulares, entre outros, equilibrando o organismo e quando possível eliminando as causas .
O diagnóstico e tratamento é individualizado com dieta balanceada, controle do apetite, prática de exercícios físicos, melhora da função intestinal, do sono, estresse, controle das alterações que estão causando o ganho de peso, como por exemplo o hipotireoidismo, entre outros.
Para maiores informações, entrar em contato nos telefones:
Região Hospitalar
31 34981553 – 31 32415023
Região Pampulha
31 994800088 – 31 99463006
Saúde dos paciente
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Fundamentar sem fundamentar

É desconhecer a ciência. É se ocultar através de misticismo para tentar esconder um alto nível de ignorância.

Para benefício da sociedade, dos pacientes e dos colegas, é importante o debate, a discussão científica, não deixar que influências externas, principalmente com alto poder econômico, terminem influenciando o condutor.

Liberemos nossa capacidade intelectual, nossa sabedoria, nossa experiência, para beneficiar os pacientes.

Discutamos abertamente, entre médicos, o que está certo ou errado, não fundamentemos sem fundamentos.

Dr. Efrain Olszewer
Fundamentar sem fundamentar
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A Santa Inquisição

Ptolomeo afirmava: A Terra é quadrada, e o poder determinava que a Terra era quadrada; não tinha como se demonstrar o contrário, mas também não se podia confirmar que, além de quadrada, era o centro do universo.

Copérmico por sua vez afirmava: A Terra é redonda e gira em torno do Sol, e o poder desmentia. Como seria possível a Terra não ser o centro do universo, se o poder estava instalado justo aí?

Assim o poder tem-se transmitido de tempos em tempos; porém, as coisas tem mudado de assunto, mas não de sua colocação na prática:

-O poder decide o que é certo e errado;
-O poder decide o que se pode e não se pode fazer;
-O poder influencia as pessoas para entender que o certo deles é o único caminho certo;
-O poder usa da ignorância e da preguiça;
-O poder faz tudo isso para se manter no poder, e sobretudo, ter o poder de poder dominar o poder das outras pelo maior tempo possível.

A blogueira cubana Yoani Sanchez sempre afirma: O poder eterno aumenta a corrupção das pessoas, e Cuba é sem dúvida o lugar do planeta onde claramente fica demonstrado que o poder de poucos por cima de muitos só consegue destruir pobreza, o país é o mais numeroso em médicos, todo mundo estuda medicina por lá, mas sem estar no poder ninguém consegue viver decentemente com o exercício da profissão, ninguém lá pode dar uma opinião, tudo por lá é perfeito, tanto quanto ninguém pode sair do país por vontade própria e sim, só vontade do próprio poder.

Em medicina não é diferente. Com freqüência, sábios com poder definem o que é certo e errado, definem o que se pode falar ou dizer, decidem pela saúde do paciente como se estivessem atendendo a eles pessoalmente, esquecendo que a responsabilidade é do médico, e não de quem decide por ele.

Hoje, baseados no conceito de medicina baseado em evidências, que foi estabelecido nos USA a partir do poder econômico da indústria farmacêutica, que seria a única com potencial suficiente para desenvolver trabalhos a critérios impostos pelo poder econômico, define o curso de drogas, cria doenças, estabelece prioridades, e faz o impossível para destruir idéias que não ocorrem paralelamente o seu poder e ao resultado econômico esperado por ele, e para isso usa o poder social, econômico, e até legal para impor suas idéias.

A medicina baseada em evidências, sem dúvida, é um salto na consolidação das idéias médicas, mas seria justo e certo (alguém lembra a diferença de cada uma delas?) que os trabalhos que a definam, sejam feitos por grupos independentes sem conflitos de interesses (repetimos: sem conflito de interesses) e bancados economicamente pelo poder farmacêutico; porém, sem interferir na elaboração e nem no resultado final do projeto.

Um livro que fez fama escrito por Márcia Angell, ex-diretora editorial da Revista New England Journal Of medicine intitulado: O que a indústria farmacêutica não quer revelar, Dan Editora Record traduzido ao português, afirma claramente: mais de 90% dos trabalhos publicados nas revistas cientificas indexadas não tem utilidade de prática nenhuma, e são feitas baseadas em conflito de interesses que representa o interesse de um grupo sobre os interesses da sociedade.

Um dos fatores mais importantes que sempre foram deixados de lado é a experiência do profissional da área de saúde, que jamais será superado nem por diretrizes e nem por medicina baseada em evidências, a vivência do médico, o contato com o paciente, o processo evolutivo da doença, só conhece quem lida dia a dia com ele, e ainda mais, só ele sabe o que é melhor para o paciente, caso contrário seria suficiente consultar um livro ou entrar no Google acadêmico, e cada paciente poderia fazer seu próprio diagnóstico e definir seu tratamento baseado nas diretrizes, assim como está publicado na comunicação virtual.

O poder nega os avanços que não esteja diretamente envolvido, primeiro por medo de que um espaço seu seja ocupado, e segundo porque não investe para estudar nada que não seja de autoria dele, e que fique com ele como patente por um longo período de tempo dando retorno econômico. E a situação das células-tronco? O mundo todo está apostando nelas (será que são definitivas e decisivas?), mas não temos dúvidas que vão demorar muito até nós sabermos o verdadeiro potencial, apesar de existir tentativas de todos os lados; porém como é um tratamento pessoal e o poder não tem retorno desejado, só um fato (se for), quando o poder tiver a possibilidade de distribuir o procedimento a granel, momento em que virará uma diretriz baseada em evidências científicas, até lá passará por inúmeras leis. Será considerado antiético, será criticado e elogiado, e quando incorporado como próprio dirão: nós sempre achamos que o futuro da medicina estava dentro deste conceito.

Ivany Moraes afirmava: A temporalidade da verdade em medicina. Professor de cirurgia vascular. Esquecemos que lidamos com uma ciência biológica e somente quando entendemos o intrincado sistema bioquímico do organismo, conseguiremos farmacologicamente restabelecer a fisiologia de um organismo dominado pelos processos patológicos, Devemos reconhecer que muitos fenômenos farmacológicos atuais estão seguindo este caminho; porém, quanto mais potentes os medicamentos, mais caros são, e muito mais efeitos colaterais apresentam, mas como diria o poder: o importante é o resultado. O resto dos efeitos colaterais iremos descobrindo pelas notificações de segurança sanitária.

Lamentavelmente criticamos com veemência o que desconhecemos, inclusive, satirizamos por desconhecer seus fundamentos, só como lembrança: quantos ironizavam a acupuntura agora ficam de joelhos, idiotizavam a homeopatia (desilusões, alma, espíritos, bobagem). Mas incorporaram com especialidade, e na maior parte dos casos sem trabalhos, mas como ponto mais importante os resultados clínicos reconhecidos pela população assistida.

Não tenho dúvidas, que todo procedimento dentro da área de saúde deve ser considerado um ato médico, até que se prove o contrário, por ser muito mais seguro nas mãos do médico do que nas mãos de profissionais que entraram na área de saúde sem ter uma formação completa, porque o médico tem uma responsabilidade civil com seu paciente e com a sociedade, o não médico, não responde a nada exceto a justiça comum, não tem a vivência, não tem a base, e funciona predominantemente pelo empirismo, de onde podemos inferir:

-A medicina é um ato médico de meio e não de fim, e deve ser de total e absoluta responsabilidade do médico tomar as medidas cabíveis baseadas na sua experiência e na sua convivência científica.

-As ciências estabelecidas como fato em diretrizes, deveriam ser apenas uma sugestão, e não uma imposição por não ter dois pacientes iguais. O conceito de uma medida é bom para todos, já está superado pelo conceito da individualidade bioquímica estabelecida por Roger Williams à décadas atrás, ao ponto de não termos dois indivíduos iguais (todos temos diferentes impressões digitais, inclusive gêmeos idênticos). Temos tantos polimorfismos (que agora graças a insistência da ortomolecular com os testes polimórficos), onde determina-se a sensibilidade de cada paciente a fármacos, a nutrientes, a alimentos, e que nos demonstra que os polimorfismos são variados, que muitos dos conceitos que hoje usamos como verdadeiras diretrizes, logo deixaram de ser como afirmava o professor Ivany Moraes.

É melhor incorporar o ato médico para o médico, e treinar adequadamente o não médico ou o terapeuta para definir o limite de sua ação preventiva na saúde, porque proibir só aumenta seu desejo de demonstrar que está certo, e usa os poderes paralelos para minar os poderes da medicina.

O mundo esta sofrendo grandes transformações, o que obriga ao homem acompanhar estes processos evolutivos, e com a inclusão da informação virtual, os novos conhecimentos rapidamente estão passando de Mão em Mão. Não temos mais controle da informação, a mesma pode correr no sentido do certo ou do errado, mas nada do errado dura para sempre, baseado no princípio: posso mentir para poucos por um tempo, mas não posso mentir para todos o tempo todo, o que demonstra que vários conceitos dentro da medicina complementar já esta no mercado e vem crescendo durante muitas décadas, e ao invés do poder observar isso com fundo científico estimulando trabalhos, incorporando como ato médico, seguimos na filosofia de Schopenhaur.

Toda idéia passa por três fases:

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A inteligência indica que o poder deve incorporar dentro do âmbito médico os conceitos não para puni-los, e sim para estudá-los, para definir o marco de sua importância e alcance, e eliminá-la caso não tenha sido aprovada, mas não pela força econômica do poder industrial e sim pela força da inteligência e da sabedoria que nos diferencia racionalmente do animal.

Sei que assim, como outros autores citados nas linhas acima, é provável que esta matéria seja lida por alguns como:

-Realmente é um fato.

-Outro descontente (com um sorriso irônico no rosto).

-Bobagens e idéias sem pé e sem cabeça.

-Outros

Toda mensagem tem o intuito de criar um estado de consciência, e através dele tentar prestar serviços relevantes a comunidade. Silenciar as idéias continua sendo um retrocesso, por isso alguns países, inclusive aqui comentados, vivem a 60 anos atrás e descobriremos quando o regime acabar ( que está pronto), que a população não está pronta para a invasão estrangeira do poder que comprará tudo, e a população após 60 anos de miséria em um regime totalmente antidemocrático seguirá vivendo dominada por outro tipo de poder; porém em alto consumo.

A inquisição continua o tempo todo, só muda de nome, e para isso o poder se usa da população para disseminar suas idéias no princípio da moralidade (moralidade? É só ler o jornal todos os dias ou assistir o noticiário), justiça (é pior sem ela), e o benefício social (benefício social? Alguém consegue descrever qual é o benefício social resultante da contribuição do indivíduo dentro da sociedade?).

Procuramos uma sociedade igualitária e justa; onde a função do poder seja congregar e não dividir, onde os benefícios sejam utilizados para o bem, onde os prejuízos sejam divididos quando definidos pela grande maioria e não por decisões de grupos (que estes arquem com os prejuízos). Será que um dia veremos isto acontecer?

Deus nos guarde.
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A falta de fundamento para fundamentar

Com frequência, em forma soberba, ouvimos indiretamente comentários com uso de fundamentos na Prática Ortomolecular, sem fundamentar, que é a base do conceito científico, parece que é suficiente somente afirmar neste contexto para que se tenha validade definitiva.


Vários pensadores já demonstraram que sem fundamentar representa a personalidade que se rodeia de ignorância, inveja, pretensão, soberba, intolerância, intransigência.



Em verdade, só é preciso estudar, pois está cada vez mais fácil atingir as informações.

Por isso, aqui faremos algumas sugestões.



A literatura clássica está corrompida por conflitos de interesses, pelos ghost writers, os médicos contratados que não escrevem, aqueles em que a indústria contrata terceiros para colocar o que acha interessante na própria empresa, sem contabilizar os benefícios econômicos que os mesmos recebem, já descritos na literatura.
A exigência do tipo do estudo duplo-cego, randomizado, meta-análise, que tem um custo muito elevado, restringiu os estudos, basicamente, à indústria farmacêutica, porém, hoje, existe também uma abertura para os estudos menos comprometidos, principalmente pelas revistas digitalizadas, mas que ainda não têm o impacto de uma Lancet, New England Journal of Medicine.

Vários autores já demonstraram o comprometimento das revistas médicas clássicas com a indústria farmacêutica, uma editora da New England Journal of Medicine teve a ousadia de afirmar que mais de 90% do publicado era lixo e comprometido com a indústria.

É importante relatar o papel da indústria, que tem permitido um avanço na medicina, principalmente no controle sintomático dos pacientes, mas não necessariamente na qualidade de vida, que é secundária, principalmente à mudança de hábitos e costumes.

Vimos que nas últimas décadas praticamente nenhuma molécula nova farmacêutica foi lançada no mercado, que não seja na era de biológicos (com custo exorbitante de milhares de dólares por mês), com resultados duvidosos, em alguns casos, aumentando a reincidência de infecções como tuberculose e aumentando a incidência de mitose celular, mas, sem dúvida, com alto benefício sobre o custo.

Voltando à fundamentação da ortomolecular, vou deixar para nossos leitores uma série de contribuições da ortomolecular ao denominado conceito de medicina convencioal, que se acha a única medicina que tem evidências (lembrando, estabelecidas pela indústria farmacêutica, que só nos Estados Unidos estão nas listas da Forbes, entre 100 empresas com maior lucro e rentabilidade):

Como se forma uma placa ateromatosa + oxidando o colesterol.


Como se determina a perda de massa óssea dinâmica = telopeptídios


Quem faz o estudo TACT, terapia de quelação com EDTA e eficácia, reduzindo em 40% o segundo evento coronariano em diabéticos.


O fenômeno de resistência à insulina, o metabolismo das protaglandina, a liberação de citocinas.


O uso de vitamina D mais limitado na ortomolecular que na convencional, sem evidências.


O fenômeno de isquemia e reperfusão


Radicais livres e antioxidantes.


Restrição calórica.


Senolítica.


Glicogênio sintase quinase e atividade de proteína TAU e tecido beta-amiloide.


Microbioma.


Microbioma e vitamina K.


Vitamina K e matriz do ácido glutâmico


Homocisteina


LPA


PCRU


Evolução dos homas.


Intoxicação metálica.


Disruptores endócrinos.


Ácido nicotínico e colesterol.


Hormônios base similares ao formado pelo organismo.


Modulação do eixo hipotalâmico hipofisário.


DHEA


Melatonina


Esta é uma primeira listagem, nas próximas edições indicaremos muitas outras contribuições da ortomolecular à medicina atual.

Segundo Schopenhauer, todo conceito novo passa por três fases:

Primeiro, é ridicularizado.


Segundo, é combatido com violência.


Terceiro, é incorporado como próprio.


Esta última fase é a que vivemos hoje, fala-se do que nasceu na Ortomolecular, sem dar o direito de reconhecimento de sua importância.

Dr. Efrain Olszewer
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1

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O primeiro contato é feito pelo WhatsApp ou telefone. São definidos local, horário e tipo de consulta (presencial ou on-line).

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São revisados histórico, exames já realizados, queixas atuais e dúvidas. Um plano inicial é construído em conjunto com o paciente.

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Se necessário, são solicitados novos exames, ajustadas medicações e combinadas orientações para o dia a dia, sempre de forma clara.

4

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